Amantes de Ultratumba
No me dejes solo en este frio invernadero,
No quería hacerte daño, no quería y ahora quiero.
Como amantes torturados, no asustamos, no servimos para nada, para nada.
Los infieles al destino morimos entre hojas secas.
No destruyes todo mi odio, si me matas, si te alejas.
Que diréis, que diréis, que diréis …siempre que diréis.
Día a día languidece nuestra oscura existencia.
Amantes de ultratumba destinados a pudrirnos juntos.
Amantes de ultratumba unidos para siempre.
Acido en la piel, probaras lo que he probado.
Las cenizas que sobraron de un cretino enamorado
Donde crecerá una planta con sed de sangre a la media noche.
Estamos destinados, amor, a pudrirnos juntos.
Esta vez estoy ya listo para alimentar gusanos.
Que diréis, que diréis, que diréis …siempre que diréis.
Día a día languidece nuestra oscura existencia.
Amantes de ultratumba destinados a pudrirnos juntos.
Amantes de ultratumba unidos para siempre.
Electrocutados en una sucia bañera
Como repugnantes flores en este viejo invernadero.
No te metas en la vida de los que ya la han perdido y muerto tantas veces.
No te vayas esta noche, volverá a llover con fuerza,
Volverá a llamar la muerte siete veces a mi puerta,
Volverá el amor y el odio a corroernos las entrañas.
Que diréis, que diréis, que diréis …siempre que diréis.
Día a día languidece nuestra oscura existencia.
Amantes de ultratumba sigo amando a esa maldita bruja.
Amantes de ultratumba destinados a pudrirnos juntos.
Amantes de Ultratumba
Não me deixe sozinho nesse frio estufa,
Não queria te machucar, não queria e agora quero.
Como amantes torturados, não assustamos, não servimos pra nada, pra nada.
Os infiéis ao destino morremos entre folhas secas.
Não destrua todo o meu ódio, se me matar, se você se afastar.
O que vocês dirão, o que vocês dirão, o que vocês dirão... sempre o que dirão.
Dia após dia, nossa existência sombria murcha.
Amantes de ultratumba destinados a apodrecer juntos.
Amantes de ultratumba unidos para sempre.
Ácido na pele, você vai sentir o que eu senti.
As cinzas que sobraram de um cretino apaixonado
Onde crescerá uma planta com sede de sangue à meia-noite.
Estamos destinados, amor, a apodrecer juntos.
Dessa vez estou pronto pra alimentar vermes.
O que vocês dirão, o que vocês dirão, o que vocês dirão... sempre o que dirão.
Dia após dia, nossa existência sombria murcha.
Amantes de ultratumba destinados a apodrecer juntos.
Amantes de ultratumba unidos para sempre.
Eletrocutados em uma banheira suja
Como flores repugnantes nesse velho estufa.
Não se meta na vida dos que já a perderam e morreram tantas vezes.
Não vá embora esta noite, vai voltar a chover forte,
A morte vai bater sete vezes na minha porta,
O amor e o ódio vão corroer nossas entranhas.
O que vocês dirão, o que vocês dirão, o que vocês dirão... sempre o que dirão.
Dia após dia, nossa existência sombria murcha.
Amantes de ultratumba, sigo amando essa maldita bruxa.
Amantes de ultratumba destinados a apodrecer juntos.