Cueca Del Arenal
Ya me voy, me voy curando
con vinito de San Juan
y me va, me va maneando
que no puedo caminar. bis
Esta sed que no se apaga
y que el vino enciende más,
de la garganta pa´dentro
va creciendo el arenal. bis
Vinito patero,no me vas a bellaquear
viejo compañero que, con mi sombra va.
Vino traicionero, tonadero de San Juan.
Puñalito del olvido
me quebró la voluntad,
media vez que le he bebido
hasta el alma te me vas. bis
Sanjuanino soy, señores,
bebedor como el que más.
Bebo vino remesero
con sabor a temporal. bis
Vinito patero no me vas a bellaquear
viejo compañero que, con mi sombra va.
Vino traicionero, tonadero de San Juan.
Cueca do Arenal
Já tô indo, tô me curando
com um vinho de San Juan
E vai, vai me levando
que não consigo andar. bis
Essa sede que não se apaga
e que o vinho acende mais,
do fundo da garganta
a areia vai crescendo. bis
Vinho de boteco, não vai me enganar
velho parceiro que, com minha sombra vai.
Vinho traiçoeiro, tinto de San Juan.
Facinha do esquecimento
quebrou minha vontade,
a hora que eu bebi
até a alma você vai. bis
Sou sanjuanino, senhores,
bebedor como poucos.
Bebo vinho agitado
com gosto de tempestade. bis
Vinho de boteco, não vai me enganar
velho parceiro que, com minha sombra vai.
Vinho traiçoeiro, tinto de San Juan.
Composição: Jaime Davalos