La cuartelera
Somos los artilleros
que a la par del cañón
echan rodilla en tierra,
los que a la guerra van con valor.
Es que ha sonao el clarín
y allá voy a luchar
peligra nuestra bandera,
mano extranjera la quiere arriar.
Cuando detrás de los cerros alumbra el sol,
la zamba cuartelera a mi bandera verá flamear.
Salta en mi cuna, sí,
de Güemes hijo soy
por mi patria argentina
con gusto siempre la sangre doy.
El quinto ya va a partir
y el cañón va a tronar.
No quiero dejarte sola, mi negra
porque me has de olvidar.
Cuando detrás de los cerros alumbra el sol,
la zamba cuartelera a mi bandera verá flamear.
A Banda do Quartel
Somos os artilheiros
que ao lado do canhão
echam joelho no chão,
os que vão à guerra com valor.
É que soou o clarim
e lá vou eu lutar
periga nossa bandeira,
mão estrangeira a quer derrubar.
Quando atrás dos morros brilha o sol,
a zamba do quartel verá minha bandeira a flutuar.
Salta na minha cama, sim,
de Güemes sou filho
pela minha pátria argentina
com prazer sempre dou meu sangue.
O quinto já vai partir
e o canhão vai estrondar.
Não quero te deixar sozinha, minha negra
porque você vai me esquecer.
Quando atrás dos morros brilha o sol,
a zamba do quartel verá minha bandeira a flutuar.