El Plebeyo
La noche cubre ya con su negro crespón
De la ciudad, las calles que cruza la gente con pausada acción
La luz artificial con débil proyección
Propicia la penumbra que esconde en su sombra, venganza y traición
Quisiera confesarte mi cariño
Quisiera que comprendas mi dolor
No sé cómo podré explicar
Mi afecto, mi pasión, mi amor
Más temo el llegar a fracasar
Tal vez será por falta de optimismo
Que me haga rehusar mi confesión
No puedo soportarlo más
Presiento que me aceptarás
Entonces por mi triunfo cantaré
Feliz seré, y entre tus brazos me enterneceré
Y a los acordes de un modesto vals
La dicha entera te la brindaré
Anita ven, a acariciarme como anhelo yo
Si tú comprendes bien la realidad
No atormentes por piedad mi ser
Feliz seré, y entre tus brazos me enterneceré
Y a los acordes de un modesto vals
La dicha entera te la brindaré
Cuando lejos de ti quiera penar el corazón
Violento es tu gemir, recordaré en tu reír
Tu vibración que fue canto de amor, himno de paz
Ya no reprocho el dolor, solo será felicidad
Cuando lejos de ti quiera penar el corazón
Violento es tu gemir, recordaré en tú reír
Tu vibración que fue canto de amor, himno de paz
Ya no reprocho el dolor, solo será felicidad
No, no, no te digo un adiós, estrellita del sur
Porque pronto estaré a tu lado otra vez
Y de nuevo sentir tu fragancia sutil
Campanas de bonanza repicará en mi corazón
No, no, no te digo un adiós, estrellita del sur
Porque pronto estaré a tu lado otra vez
Y de nuevo sentir tu fragancia sutil
Campanas de bonanza repicará en mi corazón
O Plebeyo
A noite já cobre com seu manto negro
Da cidade, as ruas que a galera atravessa com calma
A luz artificial com fraca projeção
Cria a penumbra que esconde em sua sombra, vingança e traição
Queria te confessar meu carinho
Queria que entendesse minha dor
Não sei como vou explicar
Meu afeto, minha paixão, meu amor
Mas temo acabar fracassando
Talvez seja por falta de otimismo
Que eu me recuse a fazer a confissão
Não consigo mais suportar
Pressinto que você vai me aceitar
Então pelo meu triunfo eu vou cantar
Feliz serei, e entre seus braços vou me derreter
E aos acordes de um modesto vals
Toda a felicidade eu vou te oferecer
Anita vem, me acariciar como eu tanto anseio
Se você entende bem a realidade
Não atormente por piedade meu ser
Feliz serei, e entre seus braços vou me derreter
E aos acordes de um modesto vals
Toda a felicidade eu vou te oferecer
Quando longe de você eu quiser sofrer o coração
Violento é seu gemido, vou lembrar do seu riso
Sua vibração que foi canto de amor, hino de paz
Já não reprocho a dor, só será felicidade
Quando longe de você eu quiser sofrer o coração
Violento é seu gemido, vou lembrar do seu riso
Sua vibração que foi canto de amor, hino de paz
Já não reprocho a dor, só será felicidade
Não, não, não te digo um adeus, estrelinha do sul
Porque logo estarei ao seu lado de novo
E de novo sentirei seu perfume sutil
Sinos de bonança vão tocar no meu coração
Não, não, não te digo um adeus, estrelinha do sul
Porque logo estarei ao seu lado de novo
E de novo sentirei seu perfume sutil
Sinos de bonança vão tocar no meu coração
Composição: Pablo Casas Padilla, Felipe Coronel Rueda