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Medicina e Muito Barulho

Los Delinqüentes

Medicina y Mucho Ruido

Gente aburrida que busca tranquilidad
Os presento el carromato de los bichos peleones
Que no paran de cantar por aquí por allá.

Vecino de la calle aunque llames a los monos
No nos vamos a marchar.

Porque el silencio que buscas se encuentra dentro del agua
Aquí ná mas que se vende jaleo fuera de la charca.
Tocando tambores enchufando la guitarra
Si todo sale mal un cantecito se le canta
¡ayyyyyyyyy! (llega la secreta con un peta entre los dientes)

Se para en la esquina con la cara como una papa
Enfrente de comisaria los ladrones se le escapan.
Síguele dando fuerte, tu no pares, al tambor.
Y esto, chiquillo, no tiene control.

Grandes concentraciones de ruido salvaje
Canciones que rompen el aire
Marcando tu ritmo.

Vive la arquitectura del aire en la calle.
Mi medicina te lleva pa´lante.
¡y salta conmigo!

Y la vecina gruñona no para de rajar:
"fuera locos de mi barrio que te tiro la maceta
Y mi marío va a bajar"

Me lo creí todo es verdad
Y su hombre peleón
Se subió al carromato todo loco por cantar
Juan-juan, juan-juan.

Y es que este carromato
Está cargado de animales
Aquí ná mas que se escucha
Ruido por todas las partes
Si no que se lo pregunten al gorila del tambor.

Y esta es la canción de los rumberos peleones.
"es el sentimiento garrapatero que nos traen las flores".
Yo la bailo en el camión atómico vacilón,
Como el arca de noé pero en rockero y "fankilón".
Todo lo que yo quiero es que te vengas a bailar
Gitano o payito el color me da igual.

Grandes concentraciones de ruido salvaje
Canciones que rompen el aire
Marcando tu ritmo.

Vive la arquitectura del aire en la calle.
Mi medicina te lleva pa´lante.
¡y salta conmigo!

¡ruido!

Medicina e Muito Barulho

Gente entediada que busca tranquilidade
Apresento a carroça dos bichos briguentos
Que não param de cantar por aqui e por ali.

Vizinho da rua, mesmo que chame os macacos
Não vamos embora.

Porque o silêncio que você busca está dentro da água
Aqui só se vende bagunça fora da lagoa.
Tocando tambores, ligando a guitarra
Se tudo der errado, um cantinho a gente canta
¡aiiiiiiiii! (chega a secreta com um baseado entre os dentes)

Para na esquina com a cara de batata
Em frente à delegacia, os ladrões escapam.
Continue batendo forte, não pare, no tambor.
E isso, garoto, não tem controle.

Grandes concentrações de barulho selvagem
Canções que quebram o ar
Marcando seu ritmo.

Viva a arquitetura do ar na rua.
Minha medicina te leva pra frente.
¡e salta comigo!

E a vizinha rabugenta não para de reclamar:
"fora loucos do meu bairro que eu jogo a planta
E meu marido vai descer"

Acreditei em tudo, é verdade
E seu homem briguento
Subiu na carroça todo doido pra cantar
Juan-juan, juan-juan.

E é que essa carroça
Está cheia de animais
Aqui só se escuta
Barulho por todos os lados
Se não, pergunte ao gorila do tambor.

E essa é a canção dos rumberos briguentos.
"é o sentimento de garrapata que as flores nos trazem".
Eu danço no caminhão atômico descontraído,
Como a arca de Noé, mas em rock e "fankilón".
Tudo que eu quero é que você venha dançar
Cigano ou branquelo, a cor não importa.

Grandes concentrações de barulho selvagem
Canções que quebram o ar
Marcando seu ritmo.

Viva a arquitetura do ar na rua.
Minha medicina te leva pra frente.
¡e salta comigo!

¡barulho!

Composição: