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Os Caminhos da Vida

Los Diablitos

Los Caminos de La Vida

De la ciudad bonita, Jaime Poveda
Un amigo de verdad

Los caminos de la vida
No son como yo pensaba
Como los imaginaba
No son como yo creía

Los caminos de la vida
Son muy difícil de andarlos
Difícil de caminarlos
Y no encuentro la salida

Yo pensaba que la vida era distinta
Cuando estaba pequeñito, yo creía
Que las cosas eran fácil como ayer

Que mi viejecita buena se esmeraba
Por darme todo lo que necesitaba
Yo me doy cuenta que tanto así no es

Porque mi viejita ya está cansada
De trabajar pa' mi hermano y pa' mi
Y ahora, con gusto, me toca ayudarla
Y, por mi vieja, lucharé hasta el fin

Por ella, lucharé hasta que me muera
Y por ella, no me quiero morir
Tampoco que se me muera mi vieja
Pero que va si el destino es así

Los caminos de la vida
No son como yo pensaba
Como los imaginaba
No son como yo creía

Los caminos de la vida
Son muy difícil de andarlos
Difícil de caminarlos
Yo no encuentro la salida

Ay, mamá
Y hombe

Los hermanos que más se quieren
Francisco y Jaime Boscán

Tú no sabes que la vida
De repente, ha de acabarse
Y uno espera que sea tarde
Que llegue la despedida

Un amigo me decía
Recompensaré a mis viejos
Por la crianza que me dieron
Y no le alcanzó la vida

Por eso, te pido a ti
Mi Dios del cielo
Para que me guíes al camino correcto
Para mi viejita linda compensar

Para que olvides el mal de sufrimientos
Y que de ella se aparte todo el tormento
Que para criarnos tuvo que pasar

Viejita linda, tienes que entenderme
No te preocupes, todo va a cambiar
Yo sufro mucho, madrecita, al verte
Necesitada, y no te puedo dar

A veces, lloro al sentirme impotente
Son tantas cosas que te quiero dar
Y voy a luchar incansablemente
Porque tú no mereces sufrir más

Los caminos de la vida
No son como yo pensaba
Como los imaginaba
No son como yo creía

Los caminos de la vida
Son muy difícil de andarlos
Difícil de caminarlos
Yo no encuentro la salida

Os Caminhos da Vida

Da bela cidade, Jaime Poveda
Um amigo verdadeiro

Os caminhos da vida
Não são como eu pensava
Como eu imaginava
Não são como eu acreditava

Os caminhos da vida
São muito difíceis de percorrer
Difíceis de caminhar
E não encontro a saída

Eu pensava que a vida era diferente
Quando eu era pequenininho, eu acreditava
Que as coisas eram fáceis como antigamente

Que minha velhinha boa se esforçava
Pra me dar tudo que eu precisava
Eu percebo que não é bem assim

Porque minha velha já tá cansada
De trabalhar pra mim e pro meu irmão
Agora, com prazer, é a minha vez de ajudar
Pela minha velha, lutarei até o fim

Por ela, lutarei até morrer
E por ela, não quero morrer
Nem que minha velha morra
Mas fazer o que se o destino é assim

Os caminhos da vida
Não são como eu pensava
Como eu imaginava
Não são como eu acreditava

Os caminhos da vida
São muito difíceis de percorrer
Difíceis de caminhar
Eu não encontro a saída

Ai, mamãe
Cara

Os irmãos que mais se amam
Francisco e Jaime Boscán

Você não sabe que a vida
De repente, pode acabar
E a gente espera que seja tarde
Que chegue a despedida

Um amigo me dizia
Vou recompensar meus velhos
Pela criação que me deram
E a vida não deu tempo

Por isso, te peço
Meu Deus do céu
Pra que me guie pelo caminho certo
Pra compensar minha velhinha linda

Pra que esqueça o mal do sofrimento
E que dela se afaste todo tormento
Que teve que passar pra nos criar

Velhinha linda, você tem que me entender
Não se preocupe, tudo vai mudar
Eu sofro muito, mãezinha, ao te ver
Necessitada, e não posso te dar

Às vezes, choro ao me sentir impotente
São tantas coisas que eu quero te dar
E vou lutar incansavelmente
Porque você não merece sofrer mais

Os caminhos da vida
Não são como eu pensava
Como eu imaginava
Não são como eu acreditava

Os caminhos da vida
São muito difíceis de percorrer
Difíceis de caminhar
Eu não encontro a saída

Composição: Omar Geles