Rompí La Luna
Cómo me duele recordarte en estos días
Cómo me duele este silencio si no estás
Fuiste mi verso que escapo sin melodía
Como el viento al mar
Y ya no estás
Y ya tus besos saben a melancolía y es fugaz cada pasión
Cada momento de amor que vivías en mi habitación
¿Y para qué cultivarte mil flores
Y hacerte canciones que no has de escuchar?
Y es inevitable, ya me siento solo
En la oscuridad y sin la luz del día
Pensando en ti me he quedado dormido
Y entre mi pecho tu fotografía
Y yo fui tonto, debí detenerte
En el momento que ya tú partías
Llevabas todo, todo en tus maletas
Mi felicidad, toda la vida mía
Rompí la Luna que me diste en mil pedazos
Y las estrellas una a una fui apagando
Vendí tus besos al orgullo y al olvido
Y hoy compro ratos de ternura y de cariño
Rompí la Luna que me diste
Y aquellos ratos tan felices
Y hoy soy mendigo de tus besos
Y de tu amor que ya no existe
Hoy soy mendigo de tus besos
Y de tu amor que ya no existe
Entre suspiros voy trenzando pensamientos
De esos momentos de pasión y de locura
Cómo me duele recordarte en esta ausencia que me va a matar
Y ya no estás
Y soy tirano de mi propia cárcel que yo un día inventé
¿Y para qué?
Si soy esclavo que aparentemente libre me verás
Y tengo todo y no tengo nada, me dejaste el aire
Y no se respirar
Inevitable, ya me siento solo
En la oscuridad y sin la luz del día
Pensando en ti me he quedado dormido
Y ya en mi pecho tu fotografía
Y yo fui tonto debí detenerte
En el momento que ya tú partías
Llevabas todo todo en tus maletas
Mi felicidad, toda la vida mía
Rompí la Luna que me diste en mil pedazos
Y las estrellas una a una fui apagando
Vendí tus besos al orgullo y al olvido
Y hoy compro ratos de ternura y de cariño
Rompí la Luna que me diste
Y aquellos ratos tan felices
Hoy soy mendigo de tus besos
Y de tu amor que ya no existe
Hoy soy mendigo de tus besos
Y de tu amor que ya no existe
Rompí la Luna que me diste en mil pedazos
Y las estrellas una a una fui apagando
Quebrei a Lua
Como me dói te lembrar nesses dias
Como me dói esse silêncio se você não está
Você foi meu verso que escapou sem melodia
Como o vento pro mar
E já não tá
E já seus beijos sabem a melancolia e é fugaz cada paixão
Cada momento de amor que você viveu no meu quarto
E pra que cultivar mil flores
E fazer canções que você não vai ouvir?
E é inevitável, já me sinto só
Na escuridão e sem a luz do dia
Pensando em você eu acabei dormindo
E entre meu peito sua fotografia
E eu fui bobo, devia ter te parado
No momento que você já ia embora
Você levava tudo, tudo nas suas malas
Minha felicidade, toda a minha vida
Quebrei a Lua que você me deu em mil pedaços
E as estrelas uma a uma fui apagando
Vendi seus beijos pro orgulho e pro esquecimento
E hoje compro momentos de ternura e carinho
Quebrei a Lua que você me deu
E aqueles momentos tão felizes
Hoje sou mendigo dos seus beijos
E do seu amor que já não existe
Hoje sou mendigo dos seus beijos
E do seu amor que já não existe
Entre suspiros vou trançando pensamentos
Desses momentos de paixão e loucura
Como me dói te lembrar nessa ausência que vai me matar
E já não tá
E sou tirano da minha própria prisão que eu um dia inventei
E pra que?
Se sou escravo que aparentemente livre você vai me ver
E tenho tudo e não tenho nada, você me deixou o ar
E não sei respirar
Inevitável, já me sinto só
Na escuridão e sem a luz do dia
Pensando em você eu acabei dormindo
E já no meu peito sua fotografia
E eu fui bobo, devia ter te parado
No momento que você já ia embora
Você levava tudo, tudo nas suas malas
Minha felicidade, toda a minha vida
Quebrei a Lua que você me deu em mil pedaços
E as estrelas uma a uma fui apagando
Vendi seus beijos pro orgulho e pro esquecimento
E hoje compro momentos de ternura e carinho
Quebrei a Lua que você me deu
E aqueles momentos tão felizes
Hoje sou mendigo dos seus beijos
E do seu amor que já não existe
Hoje sou mendigo dos seus beijos
E do seu amor que já não existe
Quebrei a Lua que você me deu em mil pedaços
E as estrelas uma a uma fui apagando
Composição: Douglas Burgos