Cielo Chuquibambino
Cielo dormido en la esperanza de mi sonrisa
Ya fatigada por horas lentas y moribunda
Haz que relajarme de estos tristes y muy distantes
Para lanzarlos como que quintos de mi silencio
Haz que relajarme de estos tristes y muy distantes
Para lanzarlos como que quintos de mi silencio
Cantaré míos y hechos de ausencia y de recuerdo
Hoy reverdece mis viejas noches color hormigón
Al permiso con ser muy enfermo de lejanías
Y me permiten mirar mi cielo chuquibambinoo
Al permiso con ser muy enfermo de lejanías
Y me permiten mirar mi cielo chuquibambino
Con las comidas por las heridas de muchos años
Nacen del nuevo como canciones de mi pasado
Que se derriten al entornar las como si fueran
Gotas del tiempo ya no tenía que todos desiertos
Que cicatrizan cualquier herida de ingratitudes
Porque es ingrato de que no vuelve a Chuquibamba
Que cicatrizan cualquier herida de ingratitudes
Porque es ingrato de que no vuelve a Chuquibamba
Céu Chuquibambino
Céu adormecido na esperança do meu sorriso
Já cansada por horas lentas e moribundas
Me faça relaxar desses tristes e tão distantes
Pra jogá-los como se fossem ecos do meu silêncio
Me faça relaxar desses tristes e tão distantes
Pra jogá-los como se fossem ecos do meu silêncio
Cantarei meus e feitos de ausência e de lembrança
Hoje reverdece minhas velhas noites cor de concreto
Com a permissão de ser muito doente de saudade
E me permitem olhar meu céu chuquibambino
Com a permissão de ser muito doente de saudade
E me permitem olhar meu céu chuquibambino
Com as feridas de muitos anos nas comidas
Nascem do novo como canções do meu passado
Que se derretem ao entornar como se fossem
Gotas do tempo que não tinha em todos os desertos
Que cicatrizam qualquer ferida de ingratidões
Porque é ingrato que não volta a Chuquibamba
Que cicatrizam qualquer ferida de ingratidões
Porque é ingrato que não volta a Chuquibamba
Composição: Gilberto Cueva Fernández