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A Despedida

Los Errantes de Chuquibamba

La Despedida

Hecho añas tierras voy a marchar
Pronto muy pronto me alejaré, me alejaré
Dejo mi tierra, dejo mi hogar, quién sabe cuando tornar podré
Dejo mi tierra, dejo mi hogar, quién sabe cuando tornar podré

La negra mía llora afligida
Cuántas me quieren de pena están, de pena están
Siempre es muy triste la despedida porque da pena los que se va
Siempre es muy triste la despedida porque da pena los que se va

Está bien
Para que escucha la señora Olita
De parte de su Pluvio

Si a tu lado no encuentro alivio
Quizá en la muerte lo encontraré, lo encontraré
A veces pienso que mi presencia es tu tormento cuando me ves
A veces pienso que mi presencia es tu tormento cuando me ves

Por eso quiero dejar de verte
Aunque me duela, ¿qué voy a hacer? ¿Qué voy a hacer?
Con tal de darte felicidad que mi desgracia se alargue más
Con tal de darte felicidad que mi desgracia se alargue más

A Despedida

Vou partir para terras distantes
Logo, muito logo, vou me afastar, me afastar
Deixo minha terra, deixo meu lar, quem sabe quando vou voltar
Deixo minha terra, deixo meu lar, quem sabe quando vou voltar

A minha negra chora aflita
Quantas me querem, de tristeza estão, de tristeza estão
Sempre é muito triste a despedida porque dá pena quem vai embora
Sempre é muito triste a despedida porque dá pena quem vai embora

Tá certo
Para que escute a senhora Olita
De parte do seu Pluvio

Se ao seu lado não encontro alívio
Talvez na morte eu encontre, eu encontre
Às vezes penso que minha presença é seu tormento quando me vê
Às vezes penso que minha presença é seu tormento quando me vê

Por isso quero parar de te ver
Embora me doa, o que eu vou fazer? O que eu vou fazer?
Para te dar felicidade, que minha desgraça se prolongue mais
Para te dar felicidade, que minha desgraça se prolongue mais

Composição: Plinio Mogrovejo Luque