Noches Mistianas
Noches mistianas, iluminadas con blanca Luna
Como torrente de luz bendita
Caen sus rayos sobre tus calles
Y te convierten en serenata
Dicha y romance, qué linda vida
Noches mistianas, cuando estoy lejos como te añoro
Veo tu cielo de azul divino
Veo a tu Misti todo orgulloso
Con su blancura de luz y nieve
Guardián celoso de mi Arequipa
Noches mistianas, son tus estrellas las azucenas
Que han florecido en tu firmamento
Jardín celeste de mi esperanza
En donde quedan grandes recuerdos
En donde crecen mis ilusiones
Noches mistianas, al evocarte donde me encuentre
Crece mi orgullo de arequipeño
Y también crece mi gran cariño
Por esa tierra noble y heroica
Que ni en la muerte podré olvidarla
Chanque de tripas en el Sol de Mayo
Los costillares en los Tres Sillares
En Arancota, rocoto relleno
Rachi de panza donde la Josefa
Y después de eso, su bebé de chicha
Siempre tomando hasta los copales
Para bajarlo su resaca con manjar
Hasta que lleguen las noches mistianas
Noites Mistianas
Noites mistianas, iluminadas com a lua branca
Como um torrente de luz bendita
Caem seus raios sobre suas ruas
E te transformam em serenata
Felicidade e romance, que vida linda
Noites mistianas, quando estou longe como eu te anseio
Vejo seu céu de azul divino
Vejo seu Misti todo orgulhoso
Com sua brancura de luz e neve
Guardião ciumento da minha Arequipa
Noites mistianas, são suas estrelas as azucenas
Que floresceram em seu firmamento
Jardim celeste da minha esperança
Onde ficam grandes lembranças
Onde crescem minhas ilusões
Noites mistianas, ao te evocar onde quer que eu esteja
Cresce meu orgulho de arequipeño
E também cresce meu grande carinho
Por essa terra nobre e heroica
Que nem na morte poderei esquecer
Chanque de tripas no Sol de Maio
Os costelares nos Três Sillares
Em Arancota, rocoto recheado
Rachi de pança onde a Josefa
E depois disso, seu bebê de chicha
Sempre tomando até os copales
Para aliviar a ressaca com manjar
Até que cheguem as noites mistianas
Composição: Gilberto Cueva Fernández