Paquito
No muy lejos de Buenos Aires
En un modesto hogar
Hay almas que están llorando
Porque Paquito el menor
Contrajo aquel terrible mal
Jesús... Como salir de esta?
No era solo cosa de maricas y adictos?
... Grita su Padre
Y se pregunta en que pudieron fallar
Esa noche nadie habló en la cena
Paco está de malas que condena
Porque unos están tan bien
Y otros están tan mal
Pobre Paquito!
Tu peor condena es la gente
No es tu mal
Pobre Paquito!
Te crucificaron...
Durante el día aprieta los dientes
Por las noches en su cuarto llora solo
Milagros de la ciencia vuelvan a brillar.
Y yo no entiendo como dicen que todo va bien,
si transitamos los caminos de la Babylon,
Voy a pensar en todo lo que me pueda elevar
Espíritu Rebelde no me vuelvas a dejar,
Que Dios bendiga al Pobre y al que se enferma
Es tiempo de Perder,
Que la derrota no te duela...
Paquito
Não muito longe de Buenos Aires
Em um lar modesto
Há almas que estão chorando
Porque Paquito, o menor
Pegou aquela doença terrível
Jesus... Como sair dessa?
Não era só coisa de viado e viciado?
... Grita seu pai
E se pergunta onde erraram
Naquela noite ninguém falou na janta
Paco tá de mal humor, que condena
Porque uns estão tão bem
E outros estão tão mal
Pobre Paquito!
Sua pior condena é a galera
Não é sua doença
Pobre Paquito!
Te crucificaram...
Durante o dia aperta os dentes
À noite no seu quarto chora sozinho
Milagres da ciência voltem a brilhar.
E eu não entendo como dizem que tá tudo bem,
se estamos trilhando os caminhos da Babilônia,
Vou pensar em tudo que possa me elevar
Espírito Rebelde, não me abandone de novo,
Que Deus abençoe o Pobre e o que adoece
É hora de Perder,
Que a derrota não te machuque...
Composição: Flavio Cianciarulo