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Cidade da Liberdade

Los Fastidios

Freedom Town

Scende la notte sopra i caruggi
il buio copre ogni verità
ma sarà sempre ieri come oggi
finchè il sole non risorgerà
E continua il rosso zampillare
dalle fontane della città
mentre il boia continuerà a colpire
chi difendersi mai non potrà
Quelle corse senza scampo
e quei fiori sull'asfalto
una lavagna insanguinata
nel nome dell'infamità
Welcome to Freedomtown
Tra quei vicoli cammini piano
in ogni ombra urla la città
e in quella piazza non vola più il gabbiano
una madre ancora piangerà
Scivola il tempo ma nessuno vede,
nessuno sente, nessuno pagherà,
ma chi assolto oggi ancor si crede
occhi puntati sempre sentirà
Genova grida giustizia
Genova libera
Genova grida rispetto,
ma non la falsa pietà
Genova che non si arrende
finchè respirerà
l'acre odore di quei giorni: la fine
della libertà
Genova, è tutto riflesso nel mare
Genova, non la farete affondare
Fino al giorno della verità
nessuna pace mai ritroverà
e al centro del mondo sarà

Cidade da Liberdade

Cai a noite sobre os becos
A escuridão cobre toda verdade
Mas sempre será ontem como hoje
Até que o sol não ressurgir
E continua a jorrar o vermelho
Das fontes da cidade
Enquanto o carrasco continuará a golpear
Quem nunca poderá se defender
Aquelas corridas sem escape
E aquelas flores no asfalto
Uma lousa ensanguentada
Em nome da infâmia
Bem-vindo à Cidade da Liberdade
Entre aqueles becos você caminha devagar
Em cada sombra a cidade grita
E naquela praça o gaivota não voa mais
Uma mãe ainda vai chorar
O tempo escorrega, mas ninguém vê,
Ninguém sente, ninguém pagará,
Mas quem se acha absolvido ainda hoje
Sempre sentirá os olhares voltados
Gênova grita por justiça
Gênova livre
Gênova grita por respeito,
Mas não pela falsa piedade
Gênova que não se rende
Enquanto respirar
O cheiro acre daqueles dias: o fim
Da liberdade
Gênova, está tudo refletido no mar
Gênova, vocês não a farão afundar
Até o dia da verdade
Nenhuma paz jamais encontrará
E no centro do mundo será

Composição: