Quitapena
En una aldea sevillana había una moza aguerrida
Que era la juerga jarana de aquel rincón de sevilla
Curaba tantos dolores con caricias y besitos que nunca
Faltó un guitarrito junto a la reja cantando así
Ven quitapenas a darme un consuelo que
Estoy muriendo de rabia y celos
Al mismo diablo daría mi alma por tu mirar y tu boca de grana
Tus ojos negros como mis penas
Tu risa loca llama verbena
Quiero después de cantar estas coplas
Morir libando la miel de tu boca
Cuentan que un bandolero terror de todo sevilla
Por conquistar a la moza abandonó su guarida
Al acercarse le dieron una feroz puñalada rodó
Al pie de la reja y agonizando decía así
Ven quitapenas a darme un consuelo
Que estoy muriendo de rabia y celos
Al mismo diablo daría mi alma por tu mirar
Y tu boca de grana tus ojos negros como mis penas
Tu risa loca llama verbena
Quiero después de cantar estas coplas
Morir libando la miel de tu boca
Tira a Tristeza
Em uma aldeia sevillana havia uma moça destemida
Que era a festa e a bagunça daquele canto de Sevilha
Curava tantas dores com carinhos e beijinhos que nunca
Faltou um violão ao lado da grade cantando assim
Vem, tira a tristeza, me dá um consolo que
Estou morrendo de raiva e ciúmes
Até pro diabo eu daria minha alma pelo seu olhar e sua boca vermelha
Seus olhos negros como minhas mágoas
Sua risada louca é um fogo de festa
Quero, depois de cantar essas canções
Morrer provando o mel da sua boca
Contam que um bandido, terror de toda Sevilha
Pra conquistar a moça abandonou seu esconderijo
Ao se aproximar, levaram uma facada feroz, rolou
Ao pé da grade e agonizando dizia assim
Vem, tira a tristeza, me dá um consolo
Que estou morrendo de raiva e ciúmes
Até pro diabo eu daria minha alma pelo seu olhar
E sua boca vermelha, seus olhos negros como minhas mágoas
Sua risada louca é um fogo de festa
Quero, depois de cantar essas canções
Morrer provando o mel da sua boca