Canto a Añatuya
En un pesebre de troncos
Entre quebrachos e itines
Nació esta criollita pobre
En los antiguos fortines
Hija guerrera y heroica
Homicida entre malones
Calzó las viejas sandalias
Que cuentan las tradiciones
Y entre la ruda pujanza
Que alentó con su coraje
Los golpes bravos del hacha
Ahuyentaron al salvaje
Hermanos cantemos glorias
¡Aleluyas, aleluyas!
Que ha nacido entre los montes
La morenita añatuya
Criollita de pura cepa
Ciudad altiva y señera
Te canto porque revives
Salamancas agoreras
Cuentan memorias del bracho
Que en las costas del salado
Sentían repiques de bombo
más allá de los bañados
Eco lejano y profundo
Humo de las tradiciones
Remanso donde se aquieta
El agua de las pasiones
Hermanos, cantemos glorias
¡Aleluyas, aleluyas!
Que ha nacido entre los montes
La morenita añatuya
Canto a Añatuya
Num presépio de troncos
Entre quebrachos e itines
Nasceu essa criolinha pobre
Nos antigos fortes
Filha guerreira e heroica
Assassina entre os malones
Calçou as velhas sandálias
Que contam as tradições
E entre a rudeza pujante
Que encorajou com sua coragem
Os golpes bravos do machado
Afugentaram o selvagem
Irmãos, cantemos glórias
Aleluias, aleluias!
Pois nasceu entre as montanhas
A moreninha Añatuya
Criolinha de pura cepa
Cidade altiva e nobre
Canto para que revivas
As salamancas agoureiras
Contam memórias do bracho
Que nas margens do salado
Sentiam os repiques do bombo
Além dos banhados
Eco distante e profundo
Fumaça das tradições
Refúgio onde se aquieta
A água das paixões
Irmãos, cantemos glórias
Aleluias, aleluias!
Pois nasceu entre as montanhas
A moreninha Añatuya
Composição: Cristoforo Juarez, Leocadio Del Carmen Torres