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Epílogo (versão em português)

Los Miserables

Epilogo (versión en español)

Estáis aquí
Habéis venido
Voy a morir en paz
Ya tengo mi perdón

Vivirás, papá, ya lo verás
Ahora no, no es hora de un adiós

Sí Cosette, prohibe­me morir
Trataré de vivir
Hay aquí escritos mis secretos
Por favor, léelos cuando duerma
Es la historia de aquellos
Que te amaron
Tu madre, que murió por ti
Dejándote en mis manos

Donde estoy no existen
Las cadenas
No hay dolor, se olvida
Toda pena
Dios del cielo, concédele tu gloria

Perdona mis pecados
Y acógeme en tu reino

Sígueme, la luz es el camino
Quiéreme, amar es algo eterno

Y recuerda lo que una vez se dijo

Amar a un semejante
Es como ver la faz de Dios

Canta el pueblo su canción
Para ganar la libertad
Esta es la música del pueblo
Que dejó la oscuridad
Los vencidos vencerán
A su miseria y su dolor
Hasta en la noche más oscura
Amanece el Sol
Vivirán en libertad
En los jardines del señor
No harán falta las guadañas
Los puñales y el cañón
No habrá más cadenas
Y el justo tendrá compasión
Te unirás a nuestra fe
Te necesito junto a mí
Porque tras esta barricada
Hay un mañana que vivir
Canta el pueblo su canción
Oyes el eco del tambor
Son los redobles del futuro
Que empieza hoy

Te unirás a nuestra fe
Te necesito junto a mí
Porque tras esta barricada
Hay un mañana que vivir
Canta el pueblo su canción
Oyes el eco del tambor
Son los redobles del futuro
Que empieza hoy
Hoy
Que empieza hoy

Epílogo (versão em português)

Vocês estão aqui
Vocês vieram
Vou morrer em paz
Já tenho meu perdão

Você vai viver, pai, você vai ver
Agora não, não é hora de um adeus

Sim, Cosette, proíba-me de morrer
Vou tentar viver
Aqui estão escritos meus segredos
Por favor, leia-os quando eu dormir
É a história daqueles
Que te amaram
Sua mãe, que morreu por você
Te deixando em minhas mãos

Onde estou não existem
As correntes
Não há dor, se esquece
Toda a pena
Deus do céu, conceda-lhe sua glória

Perdoa meus pecados
E acolhe-me em teu reino

Siga-me, a luz é o caminho
Ame-me, amar é algo eterno

E lembre-se do que uma vez foi dito

Amar a um semelhante
É como ver a face de Deus

Canta o povo sua canção
Para conquistar a liberdade
Esta é a música do povo
Que deixou a escuridão
Os vencidos vencerão
Sua miséria e sua dor
Até na noite mais escura
O Sol nasce
Viverão em liberdade
Nos jardins do Senhor
Não serão necessárias as foices
Os punhais e o canhão
Não haverá mais correntes
E o justo terá compaixão
Você se unirá à nossa fé
Preciso de você ao meu lado
Porque atrás desta barricada
Há um amanhã para viver
Canta o povo sua canção
Você ouve o eco do tambor
São os redobres do futuro
Que começa hoje

Você se unirá à nossa fé
Preciso de você ao meu lado
Porque atrás desta barricada
Há um amanhã para viver
Canta o povo sua canção
Você ouve o eco do tambor
São os redobres do futuro
Que começa hoje
Hoje
Que começa hoje