La tela de araña
Ya no queda ningun fascista,
Ahora todos son democratas,
Y un pestilente aliento a hipocrita,
Se escapa por sus bocas.
Escondiendo su pasado,
Bajo el puño y la rosa,
Y un aguila que sobreuela,
Con sombra de gaviota.
La izquierda del martillo,
Oculta esta a la espera,
Mientras con la hoz,
Va degollando a la clase obrera.
Un elefate blanco,
Se balancea libremente,
Sobre la tela de una araña,
Que van tejiendo en nuestra mente.
Blanco como la nieve,
Real y transparente,
Grande como el alud,
Que oculto un 23-f.
Ya no queda ningun racista,
Ahora todos somos iguales,
En democracia no hay esclavos,
Ahora se llaman ilegales.
Ya no quedan guerrilleros,
Que luchen por la libertad,
Porque aquellos que lo intentan,
Son tachados de terrorista, violento y radical.
Y te digo:
Ya no queda ningun fascista,
Ahora todos son democratas,
Manipulando esta palabra,
Que ya me toca las pelotas.
Un elefate blanco,
Se balancea libremente,
Sobre la tela de una araña,
Que van tejiendo en nuestra mente.
Blanco como la nieve,
Real y transparente,
Grande como el alud,
Que oculto un 23-f.
Bienvenidos a esta democracia,
De que te puedes quejar,
Si ya somos esclavos de primera calidad,
Bienvenidos a la europa,
Del dulce bienestar,
Donde la araña,
Te atrapa en su tela,
Y tu cerebro deja de pensar.
A Teia de Aranha
Já não resta nenhum fascista,
Agora todos são democratas,
E um fedorento hálito de hipócrita,
Escapa por suas bocas.
Escondendo seu passado,
Sob o punho e a rosa,
E uma águia que sobrevoa,
Com sombra de gaivota.
A esquerda do martelo,
Está oculta à espera,
Enquanto com a foice,
Vai degolando a classe trabalhadora.
Um elefante branco,
Balança livremente,
Sobre a teia de uma aranha,
Que vão tecendo em nossa mente.
Branco como a neve,
Real e transparente,
Grande como a avalanche,
Que escondeu um 23-f.
Já não resta nenhum racista,
Agora todos somos iguais,
Na democracia não há escravos,
Agora se chamam ilegais.
Já não há guerrilheiros,
Que lutem pela liberdade,
Porque aqueles que tentam,
São tachados de terroristas, violentos e radicais.
E te digo:
Já não resta nenhum fascista,
Agora todos são democratas,
Manipulando essa palavra,
Que já me enche o saco.
Um elefante branco,
Balança livremente,
Sobre a teia de uma aranha,
Que vão tecendo em nossa mente.
Branco como a neve,
Real e transparente,
Grande como a avalanche,
Que escondeu um 23-f.
Bem-vindos a esta democracia,
Do que você pode reclamar,
Se já somos escravos de primeira classe,
Bem-vindos à Europa,
Do doce bem-estar,
Onde a aranha,
Te pega em sua teia,
E seu cérebro para de pensar.