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O Último

Los Odio!

El Ultimo

Desde hace un tiempo todo me ha salido mal
Es como mi segunda casa este hospital
La enfermera, el terapeuta y muchos ceros en la cuenta
Me aconsejan que me olvide de ti

Le pregunte al doctor, al cura y al gurú
Si debería llamar o ir donde estás tú
Ni la ciencia ni la fe
Fueron muy buenas referencias
Todos dicen que me olvide de ti

Pues soy el único tarado que no ve
Y soy el único pendejo que te cree
Yo soy el único, el último
El único pendejo que te cree

Esta mañana me pensaba suicidar
Pero el teléfono no deja de sonar
Y es la cuarta o quinta vez
Que me interrumpen este mes
Yo ya no tengo tiempo para mi

Le pregunte a un amigo, al doctor, chino y al Rabí
Hice llorar al Wey del taxi hablándole de ti
El macho de Jalisco y el marica en San Francisco
Me aconsejan que me olvide de ti

Pues soy el único tarado que no ve
Y soy el único pendejo que te cree
Yo soy el único, el último
El único pendejo que te cree

Yo soy el único
Yo soy el último estúpido
Que te cree

Hace unos meses me soñaba en el altar
Pasando el oso de bailar con tu mamá
Ni siquiera tus hermanos meterían por ti las manos
Todos dicen que me olvide de ti

Pues soy el único tarado que no ve
Y soy el único pendejo que te cree
Y soy el único, el último
El único pendejo que te cree

Y soy el único tarado que no ve
Y soy el único pendejo que te cree
Yo soy el único, el último
El único pendejo que te cree

O Último

Desde que faz um tempo, tudo tem dado errado
Esse hospital é como minha segunda casa
A enfermeira, o terapeuta e muitos zeros na conta
Me aconselham a esquecer de você

Perguntei pro doutor, pro padre e pro guru
Se eu deveria ligar ou ir onde você tá
Nem a ciência nem a fé
Foram boas referências
Todos dizem pra eu esquecer de você

Pois sou o único maluco que não vê
E sou o único otário que te acredita
Eu sou o único, o último
O único otário que te acredita

Essa manhã pensei em me suicidar
Mas o telefone não para de tocar
E é a quarta ou quinta vez
Que me interrompem esse mês
Eu já não tenho tempo pra mim

Perguntei pra um amigo, pro doutor, pro chinês e pro rabino
Fiz o taxista chorar falando de você
O macho de Jalisco e o viado em São Francisco
Me aconselham a esquecer de você

Pois sou o único maluco que não vê
E sou o único otário que te acredita
Eu sou o único, o último
O único otário que te acredita

Eu sou o único
Eu sou o último idiota
Que te acredita

Faz uns meses eu sonhava no altar
Dançando com sua mãe, passando vergonha
Nem seus irmãos colocariam a mão por você
Todos dizem pra eu esquecer de você

Pois sou o único maluco que não vê
E sou o único otário que te acredita
E sou o único, o último
O único otário que te acredita

E sou o único maluco que não vê
E sou o único otário que te acredita
Eu sou o único, o último
O único otário que te acredita

Composição: Francisco Joaquín Huidobro Preciado