Tradução gerada automaticamente

Milonga
Los Olimareños
Milonga
Milonga
Desde pequeno eu vim pra cáDesde gurí vine a dar
Com meu pai nos galpõesCon mi tata en los galpones
Trabalhando com os peõesEntropilla'o con los peones
Fiquei pra um certo lugarA un orden me entré a quedar
Pra vender tortas, e levarPa' vender tortas, arrear
Bolos, mate quentePasteles, mate cocido
E vai engordando o cintoY van engordando el cinto
De latas pro capatazDe latas pa'l capataz
Já crescido fui tratadoYa mocito fui trata'o
Pra ser o benteveoPa' oficiar de benteveo
Recolhendo o que é pequenoRejuntando el menudeo
Passava o dia encurvadoMe lo pasaba encorva'o
Depois, pro trabalho mandadoDespués, al brete manda'o
De agarrador, eu garantoDe agarrador, le garanto
Nunca doeu tanto, tantoNunca me ha dolido tanto
A cintura e o ladoLa cintura y el costa'o
Vai saindo do galpãoVa saliendo del galpón
Ouro branco na ovelhaOro blanco en la majada
Com tanta cabra peladaCon tanta cabra pelada
O patrão se alegraSe regocija el patrón
E feito arco sobre a lãY hecho arco sobre el vellón
Sob o peso da colheitaBajo el rigor de la zafra
Vou completando as semanasVoy redondeando semanas
Tesoura, carne seca e lãTijera, charque y virón
Mas o dia há de chegarPero el día ha de llegar
De tosquiar nossas ovelhasDe esquilar nuestras ovejas
E aquela velha esperançaY aquella esperanza vieja
Vamos ver amadurecerLa hemos de ver madurar
Lãs já não serão maisVellones ya no serán
Nuvens pros pobresNubecitas pa' los pobres
Nem redondos medalhõesNi redondos medallones
De uns poucos sóDe unos poquitos nomás



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