El mensaje del río
A veces caigo de pie
a veces caigo al revés,
y a veces caigo dormido.
A veces pierdo el control
a veces pierdo el honor,
a veces pierdo el sentido.
De quien son las horas perdidas
de quien son los soles que miras,
donde van las almas errantes
donde mueren los elefantes.
Solo quisiera aprender
como se puede leer,
el mensaje del río.
Si suena tu cascabel
si comeremos la miel,
o si seremos amigos.
Aprendí a no estar preocupado
por las cosas que pasan frente a mí,
aprendí a mirar de costado
todo eso que me hizo sufrir.
Una rosa sin espinas
una guerra sin heridas no existe, no no no no…
aprendí que el primer tren
no siempre llega a destino no, no no no no…
El camino que hay en ti es único.
Las antorchas que encendí
iluminan el jardín.
A veces quiero cantar
a veces quiero volar
a veces no quiero nada.
De quien son las horas perdidas
de quien son los soles que miras,
donde van las almas errantes
donde mueren los elefantes.
Y hoy voy a seguir
tratando de sobrevivir
tratando de sobrevivir
A Mensagem do Rio
Às vezes caio de pé
às vezes caio de cara,
e às vezes caio dormindo.
Às vezes perco o controle
às vezes perco a honra,
às vezes perco o sentido.
De quem são as horas perdidas
De quem são os sóis que você vê,
donde vão as almas errantes
donde morrem os elefantes.
Só queria aprender
como se pode ler,
a mensagem do rio.
Se tocar seu sininho
se vamos comer o mel,
ou se seremos amigos.
Aprendi a não me preocupar
com as coisas que acontecem na minha frente,
aprendi a olhar de lado
tudo isso que me fez sofrer.
Uma rosa sem espinhos
a guerra sem feridas não existe, não, não, não, não...
aprendi que o primeiro trem
nem sempre chega ao destino, não, não, não, não...
O caminho que há em você é único.
As tochas que acendi
iluminam o jardim.
Às vezes quero cantar
às vezes quero voar
às vezes não quero nada.
De quem são as horas perdidas
De quem são os sóis que você vê,
donde vão as almas errantes
donde morrem os elefantes.
E hoje vou continuar
tentando sobreviver
tentando sobreviver.