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Eu Faço do Meu Jeito

Los Reconoces

Me Lo Guiso Como Puedo

Aunque me rompan los dientes,
me quedará la sonrisa,
Y aún fracasando en lo simple,
barrunto ya la utopía.

Abocado a una cadencia
casi virgen de autocompasión
Desde lo peor del fango,
ya sólo puedo ir a mejor.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal

En esta vida cursiva,
¿Quién no tiene un mal momento?
No es una buena salida
arroparse en el estiércol.

Condenado a la insistencia,
cómo reconforta el dolor.
Desde lo peor del fango,
ya sólo puedo ir a mejor.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

No hay bien que cien años dure,
no hay mal que por bien no venga.
De tanto leerme el cuento,
me aprendí la moraleja.

No hay que mostrarse optimista,
ni afincarse en la desolación:
Desde lo peor del fango,
ya sólo puede ir a mejor.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan
Que aunque las penas son menos
Le quita el punto de sal.

Me lo guiso como puedo,
Me lo como hasta sin pan...

Eu Faço do Meu Jeito

Embora quebrem meus dentes,
ficará meu sorriso,
E mesmo fracassando no simples,
já vislumbro a utopia.

Focado em uma cadência
quase virgem de autocompaixão
Desde o pior do lamaçal,
já só posso ir pra melhor.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Nesta vida corrida,
Quem não tem um momento ruim?
Não é uma boa saída
se enfiar no esterco.

Condenado à insistência,
como conforta a dor.
Desde o pior do lamaçal,
já só posso ir pra melhor.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Não há bem que dure cem anos,
não há mal que não traga um bem.
De tanto ler a história,
aprendi a moral da lição.

Não é pra se mostrar otimista,
nem se afundar na desolação:
Desde o pior do lamaçal,
já só pode ir pra melhor.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão
Que embora as dores sejam menos
Tira o ponto de sal.

Eu faço do meu jeito,
eu como até sem pão...

Composição: