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Sempre com Medo

Los Suaves

Siempre con miedo

He construido castillos en la arena
tan hermosos que me conformaría
que las olas de mis penas los derribaran
y así por fin poder dormir en sus ruinas.
He construido mis noches en días
en que las risas eran muecas sin alegría
y sobre los cimientos de mis pensamientos
con ladrillos de tiempo fabriqué mis pesadillas.
He construido sobre tu amor mi vida
Alicia sin tierra de las maravillas
princesa del país de las tristezas
cenicienta sin hada madrina.
He construido mil horas vacías
pensando... la suerte está en contra mía
pozo negro de mi vida rota
eslabón de esta cadena partida.
Siempre con miedo y sin saber de que
esperando al mensajero
que nunca aparece
un día más largo que un siglo
y por fin loco de contento
o loco y por eso contento.
Guardaba para un día de lluvia
contar mis secretos, fatalidad repetida
pero nunca y siempre hoy se mezclan
todo está cerrado para mi maldita ventanilla.
Nadie ve nada, nadie escucha nada
quizás porque no hay nada que ver
ni nada que oír, sólo los pasos
de la procesión de los días.
Encrucijada de guerras perdidas
buscando al hacedor de sombras
al dios del sueño... shhh. Silencio
el demonio de la nada está aquí, amiga.
Corazones rotos lo que quiere el mundo
para continuar con su gira que gira
he olvidado las manos del diablo
reparten las cartas para jugar esta partida.
Siempre con miedo y sin saber de que
esperando al mensajero
que nunca aparece
un día mas largo que un siglo
y por fin loco de contento
o loco y por eso contento.

Sempre com Medo

Eu construí castelos na areia
tão lindos que eu aceitaria
que as ondas das minhas dores os derrubassem
e assim finalmente poder dormir em suas ruínas.
Eu construí minhas noites em dias
em que as risadas eram caretas sem alegria
e sobre os alicerces dos meus pensamentos
com tijolos de tempo fiz meus pesadelos.
Eu construí sobre seu amor minha vida
Alicia sem terra das maravilhas
princesa do país das tristezas
Cinderela sem fada madrinha.
Eu construí mil horas vazias
pensando... a sorte está contra mim
poço negro da minha vida quebrada
elos dessa corrente partida.
Sempre com medo e sem saber de quê
esperando o mensageiro
que nunca aparece
um dia mais longo que um século
e por fim louco de alegria
ou louco e por isso alegre.
Guardei para um dia de chuva
contar meus segredos, fatalidade repetida
mas nunca e sempre hoje se misturam
tudo está fechado para minha maldita janelinha.
Ninguém vê nada, ninguém escuta nada
talvez porque não há nada para ver
nem nada para ouvir, só os passos
da procissão dos dias.
Encruzilhada de guerras perdidas
buscando o criador de sombras
o deus do sonho... shhh. Silêncio
o demônio do nada está aqui, amiga.
Corações partidos é o que o mundo quer
para continuar com sua turnê que gira
eu esqueci as mãos do diabo
distribuem as cartas para jogar esta partida.
Sempre com medo e sem saber de quê
esperando o mensageiro
que nunca aparece
um dia mais longo que um século
e por fim louco de alegria
ou louco e por isso alegre.

Composição: