Galicia Non Ten Morriña
Quéroche cantar galicia,
Sin tristezas nin pesares,
Porque te enchen de morriña,
De meigallos e de saudades.
Naide di porque estás triste,
Naide canta aos teus problemas
Sólo falan de que chove,
Que eres verde e que eres meiga.
Sólo falan de que chove,
Que eres verde e que eres meiga.
Si o home vira canto padeceras,
Mirar aos seus fillos marcharse da terra,
Marcharse da terra pra cruza-los mares
E vivir moi lonxe, lonxe dos seus lares.
As bágoas dos ollos non lavan as penas
Porque as altas bágoas non pode roelas,
Non pode roelas nin pode lavalas,
Que as penas da ialma son penas moi malas.
Galicia non ten morriña,
Nin meigallos, nin saudades.
Faltalle o calor dos fillos
Que tan lonxe están dos seus lares.
Faltalle o calor dos fillos
Que tan lonxe están dos seus lares
Si o home vira canto padeceras,
Mirar aos seus fillos marcharse da terra,
Marcharse da terra pra cruza-los mares
E vivir moi lonxe, lonxe dos seus lares.
As bágoas dos ollos non lavan as penas
Porque as altas bágoas non pode roelas,
Non pode roelas nin pode lavalas,
Que as penas da ialma son penas moi malas.
La,la,la,la
Galícia Não Tem Saudade
Quero te cantar, Galícia,
Sem tristezas nem pesares,
Porque te enchem de saudade,
De feitiços e de lembranças.
Ninguém diz porque estás triste,
Ninguém canta sobre teus problemas.
Só falam que tá chovendo,
Que você é verde e que é mística.
Só falam que tá chovendo,
Que você é verde e que é mística.
Se o homem visse quanto você sofre,
Veria seus filhos indo embora da terra,
Indo embora da terra pra cruzar os mares
E viver bem longe, longe dos seus lares.
As lágrimas dos olhos não lavam as dores
Porque as grandes lágrimas não podem rolar,
Não podem rolar nem podem lavar,
Que as dores da alma são dores muito ruins.
Galícia não tem saudade,
Nem feitiços, nem lembranças.
Falta o calor dos filhos
Que tão longe estão dos seus lares.
Falta o calor dos filhos
Que tão longe estão dos seus lares.
Se o homem visse quanto você sofre,
Veria seus filhos indo embora da terra,
Indo embora da terra pra cruzar os mares
E viver bem longe, longe dos seus lares.
As lágrimas dos olhos não lavam as dores
Porque as grandes lágrimas não podem rolar,
Não podem rolar nem podem lavar,
Que as dores da alma são dores muito ruins.
Lá, lá, lá, lá