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Os Dois Plebes

Los Tigres del Norte

Los Dos Plebes

En la cantina el dos de oros
dos plebes se emborrachaban
con dolares en la bolsa
y sus pistolas fajadas
y sus troconas del año
que afuera tenian parqueadas

uno era de sinaloa
el otro era de durango
a leguas se les miraba
que andaba en malos pasos
son gallitos que no asustan
la muerte ni los balazos

le traigo este regalito
y un trago pa´ que lo baje
la noche es larga mi amigo
no quiero que se me canse
a caso no es sinaloense
ni modo que se me raje

soy sinaloense compita
y quiero felicitarlo
tiene buen conocimiento
y no voy a desairarlo
eche pa´ca el regalito
y el trago para bajarlo

oiga amigo sinaloense
lo invito a tomar conmigo
pero le advierto una cosa
tengo muchos eenemigos
que me quieren dar pa´bajo
usted sabra los motivos

acepto la invitacion
no lo voy a desairar
yo tambien tengo los mios
me andan queriendo matar
dejelos qeu se aparescan
no se la van a acabar

cuando vaya pa durango
oiga amiggo sinaloense
ahi tiene su pobre casa
por si algun dia se le offrece
si en algo puedo servirle
pues no lo piense dos veces

lo mismo le digo yo
cuando ande aya por mi tierra
yo soy de Badiraguato
muy pegadito a la sierra
lo espero para invitarle
otra buena borrachera

Os Dois Plebes

Na cantina, no dois de ouros
Dois plebes se embriagavam
Com dólares no bolso
E suas pistolas na cintura
E suas caminhonetes do ano
Que estavam estacionadas lá fora

Um era de Sinaloa
O outro era de Durango
De longe se percebia
Que andavam em maus passos
São galo que não assusta
A morte nem os tiros

Tô trazendo esse presentinho
E uma bebida pra descer
A noite é longa, meu amigo
Não quero que você se canse
Afinal, não é sinaloense?
Não vai se acovardar

Sou sinaloense, parceiro
E quero te parabenizar
Você tem bom conhecimento
E não vou te desdenhar
Manda pra cá o presentinho
E a bebida pra descer

Escuta, amigo sinaloense
Te convido pra beber comigo
Mas te aviso uma coisa
Tenho muitos inimigos
Que querem me derrubar
Você sabe os motivos

Aceito a convite
Não vou te desdenhar
Eu também tenho os meus
Estão querendo me matar
Deixa eles aparecerem
Não vão acabar comigo

Quando for pra Durango
Escuta, amigo sinaloense
Aqui tem sua humilde casa
Caso um dia precise
Se eu puder te ajudar
Não pense duas vezes

O mesmo te digo eu
Quando estiver lá na minha terra
Sou de Badiraguato
Bem pertinho da serra
Te espero pra te convidar
Pra mais uma boa bebedeira

Composição: Francisco Quintero