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Ao Sul do Bravo

Los Tigres del Norte

Al Sur del Bravo

Que lentas se hacen las horas
Cuando hay nostalgia,
Eternas se hacen las noches lejos de casa
No importa ni cuanto valgas ni cuanto tengas
Si no estas donde tu quieres
Ni el sol calienta.

Yo he visto que hombres muy hombres
Rompen en llanto, vencidos por
La añoranza de un gesto amable,
Ausentes almas perdidas triste
Paisaje algunos se hunden en vicios
Ya sin coraje.

Al sur del bravo hay un valle
Donde el sol rie con la gente
Tal vez alla esté tu sitio
Alla hasta el mar es caliente ahi no
Mueres de frio ahi hay amor en la gente.

*puro mexico compa*

El polvo de las veredas es huella
Vieja del hombre que en su aventura
Cruza fronteras invierno que en otros
Tiempos fue primavera, tu sabes
Donde naciste no donde quedas.

Al sur del bravo hay un valle
Donde el sol rie con la gente
Tal vez alla esté tu sitio
Alla hasta el mar es caliente ahi no
Mueres de frio ahi hay amor en la gente.

Ao Sul do Bravo

Que lentas se tornam as horas
Quando bate a saudade,
Eternas se fazem as noites longe de casa
Não importa o quanto você vale ou o que tem
Se não está onde quer estar
Nem o sol esquenta.

Eu vi homens muito homens
Se entregarem ao choro, vencidos pela
Saudade de um gesto amigo,
Almas ausentes perdidas, triste
Cenário, alguns se afundam em vícios
Já sem coragem.

Ao sul do bravo há um vale
Onde o sol sorri com a galera
Talvez lá seja seu lugar
Lá até o mar é quente, aí não
Morre de frio, aí tem amor na galera.

*puro méxico, parceiro*

A poeira das veredas é a marca
Antiga do homem que em sua aventura
Cruza fronteiras, inverno que em outros
Tempos foi primavera, você sabe
Onde nasceu, não onde ficou.

Ao sul do bravo há um vale
Onde o sol sorri com a galera
Talvez lá seja seu lugar
Lá até o mar é quente, aí não
Morre de frio, aí tem amor na galera.

Composição: Paulino Vargas