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Olhe para o meu copo

Los Tigres del Norte

Asómate a mi copa

Hasta atrás llego el bohemio, trae el alma mal herida
Dicen que fue un gran señor, pero lo venció el tequila
Las dudas que no se aclaran, por mas mares de rencores
El ambiente pone en tenso, las mentiras son cortinas
Que separan los amores

Cuanto halago, cuanta porra, cuando mi estrella brillaba,
Pero basto un resbalón, para que me pisotearan
Los que fueron mis amigos, se olvidaron de mi cara
Pero lo que más me hiere, que hasta mi propia familia,
Al caer, me dio la espalda

Ven asómate a mi copa, sepulcro de mi derrota,
Y el principio de la nada
Has conciencia y graba el cuadro, por si acaso tropezaras,
Y no olvides ese dicho, que al borde del precipicio
La esperanza es buena espada

Ven asómate a mi copa, sepulcro de mi derrota,
Y el principio de la nada
Has conciencia y graba el cuadro, por si acaso tropezaras,
Y no olvides ese dicho, que al borde del precipicio
La esperanza es buena espada,… hasta atrás llego el bohemio

Olhe para o meu copo

Até atrás chegou o boêmio, traz a alma mal ferida
Dizem que foi um grande cara, mas o tequila o venceu
As dúvidas que não se esclarecem, por mais mares de rancores
O clima fica tenso, as mentiras são cortinas
Que separam os amores

Quanta bajulação, quanta torcida, quando minha estrela brilhava,
Mas bastou um escorregão, pra me pisotearem
Os que foram meus amigos, esqueceram meu rosto
Mas o que mais me fere, é que até minha própria família,
Ao cair, me virou as costas

Vem, olhe para o meu copo, sepulcro da minha derrota,
E o princípio do nada
Tome consciência e grave a cena, caso você tropece,
E não esqueça aquele ditado, que à beira do precipício
A esperança é uma boa espada

Vem, olhe para o meu copo, sepulcro da minha derrota,
E o princípio do nada
Tome consciência e grave a cena, caso você tropece,
E não esqueça aquele ditado, que à beira do precipício
A esperança é uma boa espada,… até atrás chegou o boêmio

Composição: Paulino Vargas