El Aguilillo
Donde me la pinten brinco, y en cualquier mecate tiendo
Y no se pongan al brinco, tampoco la hagan de pleito
Me atengo a mis pantalones, no me atengo a los ajenos
A la buena soy amigo, me gusta jalar parejo,
Ya lo dije soy amigo, mas de nadie soy conejo,
Me cuentearan como a todos, pero cuando van, yo vengo
El que se junta conmigo, ni en su casa lo regañan
A mi no me espanta el sueño, mucho menos la calaca
Y al que no le guste el guste, que monte en pelo y se vaya
Amigos son muy poquitos, por eso muy pocos tengo
Y no es porque sea orgulloso, se bien a lo que me atengo
Muchos te buscan la cara, solo cuando traes dinero
No acostumbro a dar mi nombre, tampoco mis apellidos,
La gente que me conoce, me apodan "EL Aguilillo"
Porque mato a las culebras, que cruzan por mi camino
El día, que yo me muera, que suenen las metralletas
Que sepan que ha muerto el gallo, que cantaba donde quiera
Y en vez de que se oiga llanto, que se oiga la balacera
O Galo
Onde me pintam, eu pulo, e em qualquer corda eu me estico
E não se ponham a pular, também não façam confusão
Eu me seguro nos meus calças, não me meto nos dos outros
Sou amigo na boa, gosto de jogar limpo,
Já disse que sou amigo, mas de ninguém sou trouxa,
Vão me contar como a todos, mas quando vão, eu chego
Quem anda comigo, nem em casa é chamado a atenção
Não tenho medo de sono, muito menos da morte
E quem não gosta do que eu gosto, que pegue suas coisas e suma
Amigos são bem poucos, por isso tenho poucos
E não é por ser orgulhoso, sei bem onde me encaixo
Muitos só te procuram, quando você tá com grana
Não costumo dar meu nome, nem meus sobrenomes,
Quem me conhece, me chama de "O Galo"
Porque eu dou conta das cobras, que cruzam meu caminho
No dia em que eu morrer, que soem as metralhadoras
Que saibam que morreu o galo, que cantava em qualquer lugar
E ao invés de se ouvir choro, que se ouça a balacobaco
Composição: Jose Fausto Alba