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O Tajamar

Los Trovadores de Cuyo

El Tajamar

Sos un pedazo de historia
Tajamar de la alameda
Que dieron riego tus aguas
Para mi Mendoza vieja
Diste tropas de mulares
De carros y de carretas
De troperos y baqueanos sirviendo la independencia
A las órdenes sagradas del libertador de América
Por eso, eso que yo te canto y he de cantar mientras pueda
Tajamar de mis recuerdos, tajamar de la alameda
Que sos pedazo de historia de aquella Mendoza vieja

Tajamar de mis pagos
Llevas corriendo
Tajamar de mis pagos
Llevas corriendo
Agüita, agüita fresca a mis viñedos
Agüita de los valles, llora del cerro

Hileras y parrales se van regando
Con agüita del cerro que está llorando

Agüita de los valles
Lloras del cerro
Agüita de los valles
Lloras del cerro
Por cada surco llevas un gran consuelo
Agüita de los valles
Lloras del cerro

Tajamar que ya tienes años de viejo
Quédate en este gato como un recuerdo

O Tajamar

Você é um pedaço de história
Tajamar da alameda
Que suas águas irrigaram
Minha velha Mendoza
Você deu tropas de mulas
De carros e de carretas
De tropeiros e baqueanos servindo a independência
Sob as ordens sagradas do libertador da América
Por isso, isso que eu canto e vou cantar enquanto puder
Tajamar das minhas lembranças, tajamar da alameda
Que você é um pedaço de história daquela velha Mendoza

Tajamar da minha terra
Você corre livre
Tajamar da minha terra
Você corre livre
Água, água fresca para minhas vinhas
Água dos vales, choro da montanha

Fileiras e parreirais vão sendo regados
Com a água da montanha que está chorando

Água dos vales
Você chora da montanha
Água dos vales
Você chora da montanha
Por cada sulco você traz um grande consolo
Água dos vales
Você chora da montanha

Tajamar que já tem anos de velho
Fique aqui neste gato como uma lembrança

Composição: Hilario Cuadros, Juan José Cisneros