Una Farra En Catamarca
Rasgueando la guitarra al son de arpa; caja, acordeón
Van derramando sus notas como un reflejo a la tradición
De las sierras y quebradas bajan los changos al valle a dar
A festejar a la virgen la patroncita de aquel lugar
Del acullico en la boca pitando chala los changos van
A zapatear bailecito con las criollitas de bien soñar
Virgencita del valle, ¿un favorcito puede implorar?
¡Que nunca me falte: Chicha, aloja y chinas pa' enamorar!
Del escondido hasta el gato; la chacarera y el palito
Donde importan las chilenas algún malambo o el cielito
De la Empanada Sabrosa Hasta El Chipaco Con Chicharrón
Haciéndole Contrapuntos Fresquito i' hielo está el Botijón
Entre risas y tragos no falta un tata entusiasmado
Se arrima junto a su doña recordando los tiempos pasados
Catamarqueña linda cuando me muera pensando en vos
Te recordaré diciendo: Velay que ojazos tenés mi Dios
Uma farra em Catamarca
Dedilhar o violão ao som da harpa; caixa, acordeão
Eles derramam suas notas como um reflexo da tradição
Das montanhas e ravinas os macacos descem ao vale para dar
Para celebrar a virgem, padroeira daquele lugar
Do acullico na boca assobiando chala vão os macacos
Vamos sapatear com os crioulos dos bons sonhos
Virgem do vale, você pode pedir um pequeno favor?
Que nunca me falte: Chicha, hospedagem e porcelanas para se apaixonar!
De escondido a gato; a chacarera e o pau
Onde as mulheres chilenas se preocupam com algum malambo ou com o cielito
Da Saborosa Empanada ao Chipaco com Chicharrón
Tornar os contrapontos frescos e gelados é o Botijón
Entre risos e bebidas não falta um pai entusiasmado
Ele se aconchega ao lado da esposa, lembrando-se dos tempos passados
Linda Catamarqueña quando eu morrer pensando em você
Vou lembrar de você dizendo: Velay, que olhos grandes você tem, meu Deus
Composição: Luciano Senra