Ando En Busca
Ando en busca, de una blanca de palomita
Y de señas traigo, un dolor dentro de mi alma
Dolor ingrato, si me dieras tu retrato
Ay, nunca, nunca yo te dejaría de amar
Son las once y media para las doce
Y yo en la esquina esperando a mi morena
Salió y me dijo con su boquita risueña
Tenga paciencia corazón, ya voy pa allá
Allá te espero en aquel ojito de agua
Como a la una o a las dos de la mañana
Solo te pido que no lleves a tu hermana
Porque tu hermana nos podría perjudicar
Yo ya no quiero el amor de las casadas
Porque las casadas tienen dos o tres queridos
Yo lo que quiero, la amistad de mis amigos
Viva Jalisco, que es tan libre como yo
Em Busca
Ando em busca, de uma branquinha de paloma
E de sinais trago, uma dor dentro da alma
Dor ingrata, se me desse seu retrato
Ai, nunca, nunca eu deixaria de te amar
São onze e meia pra meia-noite
E eu na esquina esperando a minha morena
Ela saiu e me disse com sua boquinha sorridente
Tenha paciência, coração, já tô indo pra lá
Lá te espero naquele olhinho d'água
Como uma ou duas da manhã
Só te peço que não leve sua irmã
Porque sua irmã pode atrapalhar a gente
Eu já não quero o amor das casadas
Porque as casadas têm dois ou três amantes
Eu só quero, a amizade dos meus amigos
Viva Jalisco, que é tão livre quanto eu
Composição: Severiano Vara