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Amando as Mulheres

Luca Carboni

Amando Le Donne

Amando le donne
C'è chi va piano nell'amore
Per dimostrare l'affetto
Magari rimane senza parole
Amando le donne
Ci si va incontro con un piano perfetto
Per dimostrare chi sei
O per finirci dritto dritto nel letto

Amando le donne
Si fanno mille chilometri
Per dire "ciao, come stai? come va?
Passavo di qua per caso..."

Voglio un brivido... brivido
O almeno un bacio di traverso
Un bacio minimo... minimo
Trovare il sorriso che si è perso
E per un attimo... attimo
Sdraiarmi ed abbracciarmi con qualcuno
Sotto un cielo lucido... lucido
Mi guardo intorno ma non vedo mai nessuno
Non c'è nessuno...
È mai possibile che non c'è mai nessuno?

Amando le donne
Penso che tutto sia molto più dolce
Perfino ferirsi... inciampare...
Insomma farsi del male...

Ah, amo le donne
Anche quelle,
Quelle che si fanno aspettare
O le donne veloci, che non si voltano mai
E che non riesco a guardare

Amo le donne
Soprattutto le donne bambine
Che non si capisce mai niente
Gli vorrei bene lo stesso
Anche quelle cretine

Voglio un brivido... brivido
O almeno un bacio di traverso
Un bacio minimo... minimo
Trovare il sorriso che si è perso
E per un attimo... attimo
Sdraiarmi ed abbracciarmi con qualcuno
Sotto un cielo lucido... lucido
Mi guardo intorno ma non vedo mai nessuno
Non c'è nessuno...
È mai possibile che non c'è mai nessuno?

Voglio un brivido... brivido
Brivido... brivido
Brivido... brivido
Brivido... brivido

Amando as Mulheres

Amando as mulheres
Tem quem vai devagar no amor
Pra mostrar o carinho
Talvez fique sem palavras
Amando as mulheres
A gente se encontra com um plano perfeito
Pra mostrar quem você é
Ou pra acabar reto no colchão

Amando as mulheres
Se percorrem mil quilômetros
Pra dizer "oi, como você tá? tudo bem?
Passei por aqui por acaso..."

Quero um frio na barriga... frio na barriga
Ou pelo menos um beijo torto
Um beijo mínimo... mínimo
Encontrar o sorriso que se perdeu
E por um instante... instante
Deitar e me abraçar com alguém
Sob um céu brilhante... brilhante
Olho ao redor, mas nunca vejo ninguém
Não tem ninguém...
É possível que nunca tenha ninguém?

Amando as mulheres
Acho que tudo é muito mais doce
Até se machucar... tropeçar...
Enfim, se fazer de mal...

Ah, eu amo as mulheres
Até aquelas,
Aquelas que fazem a gente esperar
Ou as mulheres rápidas, que nunca olham pra trás
E que não consigo olhar

Amo as mulheres
Principalmente as mulheres crianças
Que nunca se entende nada
Eu gostaria delas do mesmo jeito
Até as mais bobas

Quero um frio na barriga... frio na barriga
Ou pelo menos um beijo torto
Um beijo mínimo... mínimo
Encontrar o sorriso que se perdeu
E por um instante... instante
Deitar e me abraçar com alguém
Sob um céu brilhante... brilhante
Olho ao redor, mas nunca vejo ninguém
Não tem ninguém...
É possível que nunca tenha ninguém?

Quero um frio na barriga... frio na barriga
Frio na barriga... frio na barriga
Frio na barriga... frio na barriga
Frio na barriga... frio na barriga

Composição: Luca Carboni