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Metrô Linha 5297

Lucas Kallango

Letra

    Assim, é claro que eu penso no raul né?
    É o mínimo que eu posso fazer por um cara que pensou tanto em nós heim
    E muitas vezes pensou até por nós
    É inevitável mostrar meu lado fã, ah!
    Fã de uma cara que era maior que os lados
    Por exemplo, nem esquerda, nem direita, ele ia para onde queria
    Ele deslizava suavemente na espuma de sua genialidade
    Que por sua vez lhe proporcionava a liberdade de pensar
    Andando ou parado se bem que ele falava que parado era bem melhor
    É claro que por várias e infinitas vezes
    Eu quis falar que nem ele, andar que nem ele, cantar que nem ele
    É certo que pela minha nordestinês ou nordestinice
    Eu me via muito mais próximo dele
    Por estar trilhando o mesmo caminho que ele trilhou
    Sim mesmo caminho
    Afinal de contas não importa o caminho que eu siga
    Ele ja me avisou que todos os caminhos são iguais, o que leva glória ou a perdição

    Vixi, dá licença que lá vem meu trem, metrô linha 5297
    Não aquele busão que nos leva a leopoldo, mas o trem mesmo saca?
    E eu vou nessa óh, sem bilhetes e sem bagagem
    Orando toda noite por esses caretas que vão ficar!

    Passou um cara do meu lado com o nome engraçado
    Perguntei seu nome e apenas ele sorriu, como gilberto gil
    Vixi, notei que agora até meus versos estão fora do compasso
    Isso tá quase me delatando que eu estava era no metrô linha 743
    Alguém gritou hoje é aniversario de nascimento da tua moto
    97 anos depois do inicio do século xx
    Mas ninguém jogou, mas ninguém ganhou

    Depois o homem com aquelas roupas de sacrifício nórdico
    Falou que no centro da terra estava camuflado o equilíbrio 29
    Repetindo o ciclo de comemorações ou lamento
    Em fevereiro aparece de quatro em quatro anos ôh jumentos
    Aliás, o ômega e o alfa é o ano que eu nasci
    Mas ninguém jogou, mas ninguém ganhou

    Então vamos parar urgentemente esse metrô, que nada mais faz sentido
    Pois tudo é tudo e nada é nada me confessou me parafraseou dom maia
    O medo do vulto é o medo da luz que dá vida ao inimigo, ai meu Deus!
    Problema agora é entender que perrengue e suaves são sinônimos
    Pior é sumir um cavalo verde num cenário tão cinza desse em que vivemos
    Mas ninguém jogou, mas ninguém ganhou


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