Corto Maltese
Lucas Maciel
A mesma longa linha agora negra
E ao redor penumbra azul-petróleo, eu
Me lembro bem
A luz do poste vem ladeira abaixo
E vermelha, anunciando o tubarão
Que está à espreita
As águas estão revoltas
Relâmpagos caem como o cão
Meus braços fazem zum
Pernas garantem estabilidade, eu
Deslizo nela feito um patinador
Mas não consigo respirar direito
Eu estou cansado e ninguém mais
Bota fé na minha cara
E na minha cabeça, eu
Estou em alto mar
E sempre sei o que fazer
Bolando um careta
Com uma argola na orelha esquerda
Olá, sou corto maltese
E o meu amor chora minha partida por mim, eu
Apareço quase morto e sumo pra outro lugar
E faço zum e nada me atinge mais
E nada me atinge mais
E nada me atinge mais



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