Patas Arriba
Me levanto hoy toda la mañana por las tardes
con mi vida prestada, pendiendo de un hilo
Tal vez esas copas que he debido de hacer de mas,
me persiguen hoy con menos sentido
Y no encuentro guarida para mi triste alegria,
chavola de cal
Por urquinaona ya no hay aeropuertos,
entonces disculpe me quedo despierto
En mis relaciones casi conyugales
no me va mejor, mi ego se sale
y no encuentro niñera, q en verdad por mi se muera,
chavola de sal
Patas arriba, patas abajo,
a mis excesos ya no les hago caso
Patas arriba mas llevadero,
me rio el doble, y hago lo q quiero
y no encuentro consuelo para mi salto certero del primero
En mi barrio esa no va con tacones,
mi cesped descalzo genera emociones
van mis dias siempre igual cabeza abajo,
es que enderezarme me cuesta trabajo
y no encuetro el motivo para hacer un buen amigo de migo
Me voy a la cama todas las mañanas por las tardes
haciendo un esfuerzo por ser mas cobarde
siento que mi mesa se une a la de ellas,
sera sera que quiero que vuelva me pierdo en su selva,
Que ahora llora conmigo y aprendiendo esta a dejarme perdido
Patas arriba, patas abajo,
a mis excesos ya no les hago caso
Patas arriba mas llevadero,
me rio el doble, y busco como quiero
Patas arriba, patas abajo,
a mis complejos ya no les hago caso
Patas arriba mas llevadero,
me rio el doble, y hago lo que quiero
y mi melancolia no se entera todavia que es la mia
Patas para o Ar
Me levanto hoje toda a manhã pelas tardes
com minha vida emprestada, pendurada em um fio
Talvez essas bebedeiras que eu devia ter evitado,
me perseguem hoje com menos sentido
E não encontro abrigo para minha triste alegria,
chavola de sal
Por Urquinaona já não há aeroportos,
então desculpe, fico acordado
Nas minhas relações quase conjugais
não vai melhor, meu ego sai de controle
e não encontro babá, que na verdade por mim se mate,
chavola de sal
Patas para o ar, patas para baixo,
meus excessos já não me importam mais
Patas para o ar, mais suportável,
me rio em dobro, e faço o que quero
e não encontro consolo para meu salto certeiro do primeiro
No meu bairro essa não vai de salto alto,
meu gramado descalço gera emoções
meus dias vão sempre iguais de cabeça para baixo,
é que me endireitar dá trabalho
e não encontro motivo para fazer um bom amigo de mim
Vou para a cama todas as manhãs pelas tardes
fazendo um esforço para ser mais covarde
sinto que minha mesa se junta à delas,
será que quero que ela volte, me perco na selva dela,
Que agora chora comigo e aprendendo está a me deixar perdido
Patas para o ar, patas para baixo,
meus excessos já não me importam mais
Patas para o ar, mais suportável,
me rio em dobro, e busco como quero
Patas para o ar, patas para baixo,
meus complexos já não me importam mais
Patas para o ar, mais suportável,
me rio em dobro, e faço o que quero
e minha melancolia ainda não percebeu que é a minha