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Tristeza Silenciosa

Lucas Zephyro

Silent Sadness

In the silence of night, an echo of despair
Lost in shadows, with no strength left to spare
An empty heart adrift, in a sea of woe
No answers, just echoes of sorrow that grow

Down empty streets, where time fades away
No promises of tomorrow, just what falls astray
A soul so alone, where loneliness reigns
No light on the horizon, only farewells in vain

Unspoken words echo in the cold air
A profound emptiness, no solace, no repair
Amid silent tears, a lament softly cries
No rescue, just the pain that intensifies

Down empty streets, where time fades away
No promises of tomorrow, just what falls astray
A soul so alone, where loneliness reigns
No light on the horizon, only farewells in vain

Rising seems futile, in a sea of dismay
Where loneliness rules, and despair holds sway
No words of comfort, only resignation
A cry in the void, unanswered, without explanation

Down empty streets, where time fades away
No promises of tomorrow, just what falls astray
A soul so alone, where loneliness reigns
No light on the horizon, only farewells in vain

Tristeza Silenciosa

Na quietude da noite, um eco de desespero
Perdido nas sombras, sem forças pra lutar
Um coração vazio à deriva, em um mar de dor
Sem respostas, só ecos de tristeza a aumentar

Por ruas desertas, onde o tempo se esvai
Sem promessas de amanhã, só o que se vai
Uma alma tão sozinha, onde a solidão é rei
Sem luz no horizonte, só despedidas em vão

Palavras não ditas ecoam no ar frio
Um vazio profundo, sem consolo, sem remédio
Entre lágrimas silenciosas, um lamento suave clama
Sem resgate, só a dor que se intensifica

Por ruas desertas, onde o tempo se esvai
Sem promessas de amanhã, só o que se vai
Uma alma tão sozinha, onde a solidão é rei
Sem luz no horizonte, só despedidas em vão

Levantar parece em vão, em um mar de desânimo
Onde a solidão reina, e o desespero domina
Sem palavras de conforto, só resignação
Um grito no vazio, sem resposta, sem explicação

Por ruas desertas, onde o tempo se esvai
Sem promessas de amanhã, só o que se vai
Uma alma tão sozinha, onde a solidão é rei
Sem luz no horizonte, só despedidas em vão

Composição: Lucas Zephyro