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Bus To Batom Rouge

Lucinda Williams

Letra

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Bus To Batom Rouge

I had to go back to that house one more time
To see if Camellias were in bloom
For so many reasons it's been on my mind
The house on Belmont Avenue

Built up on cinderblocks off of the ground
What with the rain and the soft swampy land
By the sweet honeysuckle that grew all around
Were switches when we were bad

Chorus: I took a bus to Baton Rouge....etc.,

All the front rooms were kept closed off
I never liked to go in there much
Sometimes the doors they'd be locked
'Cause there were precious things I couldn't touch

The company couch covered in plastic
Little books about being saved
The dining room table nobody ate at
And the piano nobody played

(Repeat Chorus)

There was this beautiful lamp I always loved
A seashore was painted on the shade
It would turn around when you switched on the bulb
And gently rock the waves

The driveway was covered with tiny white seashells
A fig tree stood in the backyard there are other things I remember, as well
But to tell them would be just too hard

Ghosts in the wind that blow through my life
Follow me wherever I go

I'll never be free from these chains inside
Hidden deep down in my soul

Ônibus para Baton Rouge

Eu tive que voltar naquela casa mais uma vez
Pra ver se as camélias estavam florescendo
Por tantas razões isso ficou na minha cabeça
A casa na Avenida Belmont

Construída em blocos de cimento, elevada do chão
Com a chuva e a terra mole do pântano
Perto do doce jasmim que crescia ao redor
Eram varas quando a gente aprontava

Refrão: Eu peguei um ônibus pra Baton Rouge....etc.,

Todos os cômodos da frente estavam fechados
Eu nunca gostei de entrar muito lá
Às vezes as portas estavam trancadas
Porque havia coisas preciosas que eu não podia tocar

O sofá da sala coberto de plástico
Livrinhos sobre ser salvo
A mesa de jantar que ninguém usava
E o piano que ninguém tocava

(Repetir Refrão)

Havia essa lâmpada linda que eu sempre amei
Uma praia estava pintada na cúpula
Ela girava quando você acendia a lâmpada
E balançava suavemente as ondas

A entrada estava coberta de conchinhas brancas pequenas
Uma figueira ficava no quintal, tem outras coisas que eu lembro também
Mas contar seria só muito difícil

Fantasmas no vento que sopram pela minha vida
Me seguem aonde quer que eu vá

Eu nunca serei livre dessas correntes dentro de mim
Escondidas bem fundo na minha alma




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