The People's Sword
He was a king of royal blood, but the crown weighed down his brow
Saw the people starve for bread, while nobles danced their vows
In Versailles' gilded mirror, he saw the end draw near
He chose to die a king or live as something clear
He shed his golden crown, donned a peasant's thread
Walked the streets with loaves in hand – no guards, no words he said
In the blacksmith's burning eyes, he saw what wealth concealed
If the people starve, then Heaven's gates must be sealed
O Louis, the Reformer
Sword held high, yet spoke as kin
Against the cold, unyielding lords
He wore justice as his royal skin
Humble with a hand of iron
A voice of peace, a will of fire
He saved France with no funeral pyre
He sought no war for vengeance, nor gold to feed his pride
But with sword and parchment bold, he carved the truth inside
England watched, and Austria shook
For a king with the people cannot be mistook
And when the traitors vowed to strike
He cried: Let privilege die – let the Nation rise
He seized their lands, gave farmers soil
And swore without a crown: The people are my royal toil
O Louis, the Reformer
Sword held high, yet spoke as kin
No Terror came, no guillotine
Just justice served, and bread made clean
Humble with a hand of iron
A voice of peace, a will of fire
The throne did not fall, it became the ground
The king returned, returned to stay
A Espada do Povo
Ele era um rei de sangue real, mas a coroa pesava em sua testa
Viu o povo passar fome por pão, enquanto os nobres dançavam seus votos
No espelho dourado de Versalhes, viu o fim se aproximar
Ele escolheu morrer como rei ou viver como algo claro
Ele despediu-se de sua coroa dourada, vestiu a roupa de um camponês
Andou pelas ruas com pães nas mãos – sem guardas, sem palavras que disse
Nos olhos ardentes do ferreiro, viu o que a riqueza escondia
Se o povo passa fome, então os portões do Céu devem estar selados
Ó Luís, o Reformador
Espada erguida, mas falava como parente
Contra os senhores frios e inflexíveis
Ele vestia a justiça como sua pele real
Humilde com uma mão de ferro
Uma voz de paz, uma vontade de fogo
Ele salvou a França sem pira funerária
Ele não buscou guerra por vingança, nem ouro para alimentar seu orgulho
Mas com espada e pergaminho audaz, ele esculpiu a verdade dentro
A Inglaterra observava, e a Áustria tremia
Pois um rei com o povo não pode ser confundido
E quando os traidores prometeram atacar
Ele gritou: Que o privilégio morra – que a Nação se levante
Ele tomou suas terras, deu aos camponeses o solo
E jurou sem uma coroa: O povo é meu trabalho real
Ó Luís, o Reformador
Espada erguida, mas falava como parente
Nenhum Terror veio, nenhuma guilhotina
Apenas justiça servida, e pão feito limpo
Humilde com uma mão de ferro
Uma voz de paz, uma vontade de fogo
O trono não caiu, tornou-se o chão
O rei voltou, voltou para ficar
Composição: Ludmilla Von Friek