
Mens Insana
Lugubra
No cair da noite, na paz silente, o medo a fustigar
Plena madrugada, a pele ardente, dormir e não mais acordar
Mente insana a divagar
Torpe humano nascido réu
Pária armada, pobre sina
Inferno entre a cruz e o céu
Quando a morte abala, entorpecente, fome ao sabor da fé
General, pastor, meu senhor, santidade, obrigado
Excelência, padre, doutor, sua autoridade
Raça humana, mens insana
Incorporação do caos
No raiar do dia, vela candente, parede ainda a sangrar
Oxalá, Ámon, se Zeus quiser, Jeová, Aúra-Masda
Por Monã, Alá, Júpiter, Odin, Itzamna, Hare Krishna
Raça humana, mens insana
Incorporação do caos
Raça humana, mens insana
In corpore caos
Oxalá, Ámon, se Zeus quiser, Jeová, Aúra-Masda
Por Tupã, Alá, Júpiter, Odin, Itzamna, Hare Krishna
Por Tutatis, loucos humanos
Tão pensando que eu sou Loki
Mas, adeus, eu peço apenas paz no inferno
Raça humana, mens insana
Incorporação do caos
Pária armada, pobre sina
Inferno entre a cruz e o céu



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