Me Contaron
Ya van miles de noches enteras que tengo llorando desde que no estás
Me enseño de chiquillo mi padre que nunca los hombres debían de llorar
Y mi almohada cargada de llantos mojando el recuerdo de mi soledad
Misma almohada que pregunta a gritos cuando será el día que la olvidaras
Me la paso soñando contigo y que esta historia tu nunca te vas
Y tus besos como mil caricias que apañan las ganas de no despertar
Me despierto con el alma rota y regreso de nuevo a mi realidad
Y me queda el sabor de tus y de tus caricias las ganas de más
Y noo y noo
No voy a negar que te quiero
Pero tú te fuiste me quedo el recuerdo de aquellas palabras
Y ese juramento donde prometimos no volver a hablar
Perdón por las veces que te fui a buscar
Me contaron que te desconocen que nunca por nada te han visto llorar
Que has cambiado el color de tu pelo y que tu mirada no volvió a brillar
Y que vives rogándole al cielo pa que te disculpe y poder regresar
Pero el tiempo que pase contigo lo siento mi niña ya no volverá
Me contaron te vieron con alguien juntos de la mano en el mismo café
Tu llevabas la misma pulsera y los mismos aretes que te regale
Mientras yo sigo con las jodidas las mismas malditas ganas de volver
Mientras sigo paseando botellas leyendo las cartas que no te mande
Y noo y noo
No voy a negar que te quiero
Pero tú te fuiste me quedo el recuerdo de aquellas palabras
Y ese juramento donde prometimos no volver a hablar
Perdón si algún día te vuelvo a buscar
Me Contaram
Já são milhares de noites inteiras que venho chorando desde que você não está
Meu pai me ensinou desde pequeno que homem não deve chorar
E meu travesseiro cheio de lágrimas molhando a lembrança da minha solidão
O mesmo travesseiro que grita perguntando quando será o dia que você vai esquecer
Fico sonhando com você e que essa história você nunca vai deixar
E seus beijos como mil carícias que apagam a vontade de não acordar
Acordo com a alma despedaçada e volto de novo à minha realidade
E fica o gosto dos seus e das suas carícias, a vontade de mais
E não, e não
Não vou negar que te amo
Mas você se foi, ficou a lembrança daquelas palavras
E aquele juramento onde prometemos não voltar a falar
Desculpa pelas vezes que fui te procurar
Me contaram que te desconhecem, que nunca te viram chorar por nada
Que você mudou a cor do cabelo e que seu olhar não voltou a brilhar
E que você vive pedindo ao céu pra te perdoar e poder voltar
Mas o tempo que passei com você, sinto, minha menina, não voltará
Me contaram que te viram com alguém, de mãos dadas no mesmo café
Você usava a mesma pulseira e os mesmos brincos que te dei
Enquanto eu sigo com as malditas, as mesmas malditas vontades de voltar
Enquanto sigo passeando com garrafas, lendo as cartas que não te mandei
E não, e não
Não vou negar que te amo
Mas você se foi, ficou a lembrança daquelas palavras
E aquele juramento onde prometemos não voltar a falar
Desculpa se algum dia eu voltar a te procurar