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Despojos
Luis Tarro Maidana
Despojos
Despojos
Ao te conhecer, disse a mim mesmo, no jardim dos desejosAl conocerte me dije, en el jardín de los deseos
Esta flor é a que eu quero, aquela que nas noites serenasEsta flor es la que quiero, la que en noches de sereno
O orvalho umedece suas pétalas para que ao amanhecer novamenteEl rocío humecta sus pétalos para que al amanecer de nuevo
Em sua suave transparência se reflita o céuEn su suave transparencia se refleje el cielo
Encheste de confiança minhas desculpas de tentativaLlenaste de confianza mis excusas de intento
Iluminaste o caminho quando eu me sentia cegoIluminaste el camino cuando me creía ciego
Despojaste o não posso com palavras de encorajamentoDespojaste el no puedo con palabras de aliento
Sem ontem nem amanhãs, para viver o momentoSin ayer ni mañanas, para vivir el momento
Hoje que sou papagaio, com teus suspiros eu me elevoHoy que soy barrilete, con tus suspiros me elevo
E o frágil fio do amor que me segura em teus dedosY el frágil hilo del amor que me sujeta a tus dedos
Está rompendo meus medos para voar mais seguro e inteiroEstá rompiendo mis miedos para volar más seguro y entero
Não voo para estar longe, não voo para alcançar o céuNo vuelo para estar lejos, no vuelo por llegar al cielo
Voo pelo despojo da timidez, pelo despojo do medoVuelo por el despojo de la timidez, por el despojo del miedo
Com as asas abertas, com minha voz sem silênciosCon las alas abiertas, con mi voz sin silencios
Vivendo mais no presente... Nesta realidade que eu queroViviendo más en el presente… En esta realidad que quiero
Eu que sempre opinei, os sonhos são os alicercesYo que siempre opine, los sueños son los cimientos
Os sonhos são os anseios do futuro que eu queroLos sueños son los anhelos del futuro que quiero
E tu me ensinaste que entre futuro e sonhoY tú me enseñaste que entre futuro y sueño
O importante é a atitude reinventando a tentativaLo importante es la actitud reinventando el intento
A vergonha era a rocha que me prendia ao chãoLa vergüenza era la roca que me ataba al suelo
O que dirão eram espinhos que tornavam lento meu caminharEl qué dirán eran espinas que a mi paso hacían lento
O silêncio era a máscara de uma canção sem donoEl silencio era el disfraz de una canción sin dueño
Até que a música deu à luz a nudez do meu pensamentoHasta que la música dio a luz la desnudez de mi pensamiento



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