Redomona, minha gaita querendona
No abre e fecha do fole que vem e vai
Roncos de onça, assovios de ventania
Bater de remos nos remansos do Uruguai

Redomona, minha gaita que se entona
Mesmo que a aba debochada de um chapéu
De um horizonte
Que se encolhe, que se espicha
Trovões e brisas galopando pelo céu

Duas hileiras, oito baixos por parceiros
Galo campeiro nos poleiros das manhãs
Chio de cambona num borralho pura brasa
Do galpão velho retomado a picumã

Minha parceira, companheira de surungo
China Maria, que amacia a minhas penas
Riscando a alma no meu povo queixo duro
Num timbre macho de punhais de nazarenas

Redomona, minha gaita querendona
No abre e fecha do fole que vem e vai
Roncos de onça, assovios de ventania
Bater de remos nos remansos do Uruguai

Redomona, minha gaita que se entona
Mesmo que a aba debochada de um chapéu
De um horizonte
Que se encolhe, que se espicha
Trovões e brisas galopando pelo céu

Duas hileiras, oito baixos por parceiros
Galo campeiro nos poleiros das manhãs
Chio de cambona num borralho pura brasa
Do galpão velho retomado a picumã

Minha parceira, companheira de surungo
China Maria, que amacia a minhas penas
Riscando a alma no meu povo queixo duro
Num timbre macho de punhais de nazarenas

Composição: Luiz Carlos Borges, Apparicio Silva Rillo. Essa informação está errada? Nos avise.

Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Luiz Carlos Borges e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção