Loneliness Ruined My Life
Dusze i serce mam w dloni
Gniew tonie w niemoc gdzie umysl swa sile roztrwonil
Jak czuc w martwych zmyslach?
Gdy wnetrznosci spróchniale jak strup?
Krew to nienawisc niedbale zrodzona z milosci
Oczy siarczystym bielmem... Odczuwam nicosc i zal
Raz ostatni, by sen odurzyl letargiem utrapienia
Dzisiaj tak blisko mi do smierci
W diabelskim delirium rozpaczy
Reka zakrywam twarz
Blagam o sen z niewoli wyzwolenie
Samotnosc jak sztylet rozplata mi krtan
Z zyl popiól niczym zweglone zwloki
Zanim ciemnosc ogarnie mój swiat
Usycham palony wiatrem emocji
Piekielnych wspomnien splesnialej milosci
Teraz juz wiem jak latwo jest wskrzesic nienawisc
W dialekcie mysli, szeptami oblakany
Odurzyc, zapomniec, czekac na smierc
Czy zemsta odkupi mój grzech?
Czy zdrada ujarzmi mój gniew?
zablakany w ziemskim piekle w kurewskiej rzeczywistosci
Przyjmuje blogie odurzenie
Slaniam sie bez przeznaczenia
Dzien po dniu, krok po kroku
Zapomne twarz demona gdy bede gotowy by umrzec
W katatonii mego smutku
Dostrzegam ciemnosci blask
Utule swe zwloki w cierpieniu
Ku czci odwiecznych gwiazd...
A Solidão Arruinou Minha Vida
Almas e corações nas minhas mãos
A raiva se afunda na impotência onde a mente desperdiçou sua força
Como sentir em sentidos mortos?
Quando as entranhas estão podres como uma ferida?
Sangue é ódio descuidado, nascido do amor
Olhos com um brilho ácido... Sinto o vazio e a dor
Uma última vez, para que o sono embriague o tédio do sofrimento
Hoje estou tão perto da morte
Num delírio diabólico de desespero
Com a mão cubro o rosto
Imploro por um sono que me liberte da prisão
A solidão como uma adaga corta minha garganta
Das veias, cinzas como cadáveres carbonizados
Antes que a escuridão envolva meu mundo
Estou murchando, queimado pelo vento das emoções
Memórias infernais de um amor apodrecido
Agora sei como é fácil ressuscitar o ódio
No dialeto dos pensamentos, sussurros enlouquecidos
Embriagar, esquecer, esperar pela morte
A vingança redimirá meu pecado?
A traição domará minha raiva?
Perdido no inferno terreno, nesta realidade de merda
Aceito a doce embriaguez
Tô cambaleando sem destino
Dia após dia, passo a passo
Esquecerei o rosto do demônio quando estiver pronto para morrer
Na catatonia da minha tristeza
Vejo o brilho da escuridão
Acaricio meu corpo em sofrimento
Em homenagem às estrelas eternas...