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Falha do Divino

LUNÆVEIL

Failure of the Divine

Make noise, oh children
Threaten, torture
Throw bombs, collect extinction

The end has never been so near
You make me proud, hungry rats
Always searching for more

You've raised the bar of destruction
Of misery, hunger, abandonment
Do not call for help

You are a flaw of the divine
And I love it, creatures
Screaming for significance

But you are nothing but bacteria
Less than that
Do you think he listens?
Do you think he'll do anything?

Poor innocents
Falling from paradise for disobedience
Poor, poor creatures
Without fate, without redemption

You were the perfect creation
Destroyed all that was divine in you
And now, like demons, you writhe for attention

Cities burn, ashes cover the skies
Children's laughter turned to laments
The earth vomits blood and mud
And you still seek meaning

You defied the sacred
Dancing on the bones of the forgotten
Your gods have abandoned you

And I celebrate every flaw, every sin
The echo of destruction resounds
In humanity's empty halls

No heroes, no light
Only rats, covered in fury and hunger
Look at yourselves
See the reflection of your own demons?

Poor, fragile, desperate
You beg for mercy
But deserve nothing

The perfection you had crumbled
Between greed, hatred, and lust
And now only the void remains
The cold smile of the end

Poor, poor creatures
Without fate, without redemption
The end has come
Make noise, gather extinction
The end is near, the end is near

Falha do Divino

Façam barulho, oh crianças
Ameaçam, torturam
Jogam bombas, coletam extinção

O fim nunca esteve tão perto
Me enchem de orgulho, ratos famintos
Sempre buscando mais

Vocês elevaram a barra da destruição
Da miséria, da fome, do abandono
Não chamem por ajuda

Vocês são uma falha do divino
E eu adoro isso, criaturas
Gritando por significado

Mas vocês não são nada além de bactérias
Menos que isso
Acham que ele escuta?
Acham que ele vai fazer algo?

Pobres inocentes
Caindo do paraíso por desobediência
Pobres, pobres criaturas
Sem destino, sem redenção

Vocês eram a criação perfeita
Destruíram tudo que era divino em vocês
E agora, como demônios, se contorcem por atenção

Cidades queimam, cinzas cobrem os céus
O riso das crianças se transformou em lamentos
A terra vomita sangue e lama
E vocês ainda buscam significado

Vocês desafiaram o sagrado
Dançando sobre os ossos dos esquecidos
Seus deuses os abandonaram

E eu celebro cada falha, cada pecado
O eco da destruição ressoa
Nos corredores vazios da humanidade

Sem heróis, sem luz
Apenas ratos, cobertos de fúria e fome
Olhem para vocês mesmos
Vejam o reflexo de seus próprios demônios?

Pobres, frágeis, desesperados
Vocês imploram por misericórdia
Mas não merecem nada

A perfeição que tinham desmoronou
Entre ganância, ódio e luxúria
E agora só o vazio permanece
O sorriso frio do fim

Pobres, pobres criaturas
Sem destino, sem redenção
O fim chegou
Façam barulho, reúnam a extinção
O fim está perto, o fim está perto

Composição: Inteligência Artificial, Henrique Samael