The Unknown Dead
Behold the flowers of a spring so soon,
its harvest leaf in foul brown bloom.
Whirling fog and a cauldron of stew,
a seer's drench haggard witches' brew.
Es werde Nacht...
Trembling choirs from children in their graves mould ring so young.
Old corses' morbid grace.
Oh, I hear them, still don't fear them!
: Und es ward Finsternis!
Here's to you ye unknown dead!
Twinkle at your misthung battlefield or breathe in the moist den's bed.
Dem Totenvolk der Kelch des Sehers:
Uncloak me miracles from a Kingdom Come,
king of the woods lords of the Atlas,
whispering tales long lost and gone.
Den Lebenden der Trank des Hexers!
From bloodstained Stargates to hellish forges and skyclad summits to the eeriest gorges.
But now depart for my road goes yonder, a road that darkens while in light I wander.
But pierced with beams when everything's sombre.
Geht jetzt!
Os Mortos Desconhecidos
Eis as flores de uma primavera tão breve,
sua colheita em folhas de um marrom feio.
Névoa giratória e um caldeirão de ensopado,
um banho de um vidente, a poção de bruxas desgastadas.
Que venha a noite...
Corais tremulantes de crianças em suas sepulturas moldam um anel tão jovem.
A mórbida graça de velhos cadáveres.
Oh, eu os ouço, ainda não os temo!
: E houve escuridão!
Um brinde a vocês, mortos desconhecidos!
Brilhem em seu campo de batalha envolto em névoa ou respirem na cama úmida da caverna.
Ao povo dos mortos, o cálice do vidente:
Desencubram-me milagres de um Reino que virá,
rei das florestas, senhores do Atlas,
sussurrando histórias há muito perdidas e esquecidas.
Ao vivo, a poção da bruxa!
De portais manchados de sangue a forjas infernais e picos celestiais a desfiladeiros mais sombrios.
Mas agora parto, pois meu caminho vai além, um caminho que escurece enquanto na luz eu vagueio.
Mas atravessado por raios quando tudo está sombrio.
Vão agora!