Neo Necro Barroca Kulta
Curtains of dusk descends
As a hunger black pitch devouring dawn
My sanguine journey finally begins
Looking for the beats that my lust get frost
In the melancholy of tender shades I warm with sweetness my preys
Enslaved by the dark beauty within my sensual power in so evil embrace they fell
I behold infinite nightskies grow old and watched winters die and rebirth beneath me
In infernal kiss my desire has opened the harm of time
Wich eternal tears spread to feed me with sin
As bleeding streams
The secret treasure and monument of this mortuary scenario I forever script
His languid passionate for eternity
In this quest for set the mark of vampiric supremacy
The warfare of immortals in campaign involves the man
By my lips all wounds of mortal fears shall open wide
Prophesising grave land's enigmas
And for that angel that stole my breath
I walk the earth by the hand of the death
Melted with the diabolic chimera of all nocturnal desires forever more
Across the pulse of blackmoons
I ride the scent of massacre as true lord of all dying lovers
As one with the hatred bastard beasts and nightmares of darkside
And with the bloody countess sent by….
Satanas
Beloved darkgift
The present that darkness grant me
Baptism through the languish of fire
Luzbelia trident took me
At the perpetual cradle of exhumed hearts
The crown of divinity get drown in lakes where snakes swim in night's lava
Dismembering the light endless in agonizing deity
Hell's madams rest on the chest of penumbral sands of atrocity
In forests constellations of nebular decrepitude alone me as leave of the cold winds
By the very cinder of my wrath
From where limbs born
The blood is life
Eternal life
An immersed dream upon the funeralia whispers
This marriage with night prevails since past shadows can predict
The bane of autumn lay exactly at my throat
Carnal abysmal destruction as my devote witch scratching me deep
Until death's mellow speak
Through the olden shadows across my veins
By the prism of twilight im awaken
As I conquer night as a king
Im the chosen of evil flowers
In chains of crimson vanity
I domain the flows of wine's labyrinth
And running to madness by red gardens
My paradise
Empire of lust
The crawling claws wishing bleed in sunset
A darkness closing seas
Blinding a moon petrified in cold scream
Queen of thirst
My battleshield is your breast when you adore me
Sickly aurora, ebony candle of my resurrection
In the condemnation relapse of black romance im with you
Forever more
Cultura Barroca Neo Necro
Cortinas do crepúsculo descem
Como uma fome negra devorando a aurora
Minha jornada sanguínea finalmente começa
Procurando os ritmos que minha luxúria congela
Na melancolia de tons suaves eu aqueço com doçura minhas presas
Escravizados pela beleza sombria dentro do meu poder sensual em tão maligna abraço eles caíram
Eu contemplo céus noturnos infinitos envelhecer e assisti invernos morrer e renascer sob mim
Em beijo infernal meu desejo abriu o dano do tempo
Que lágrimas eternas se espalham para me alimentar com o pecado
Como correntes sangrentas
O tesouro secreto e monumento deste cenário mortuário eu eternamente escrevo
Seu languido apaixonado por toda a eternidade
Nesta busca para marcar a supremacia vampírica
A guerra dos imortais em campanha envolve o homem
Por meus lábios todas as feridas dos medos mortais se abrirão amplamente
Profetizando os enigmas da terra dos mortos
E por aquele anjo que roubou meu fôlego
Eu caminho na terra pela mão da morte
Fundido com a quimera diabólica de todos os desejos noturnos para sempre mais
Através do pulso das luas negras
Eu cavalgo o cheiro de massacre como verdadeiro senhor de todos os amantes moribundos
Como um com as bestas bastardas de ódio e pesadelos do lado sombrio
E com a condessa ensanguentada enviada por....
Satanás
Amado presente sombrio
O presente que a escuridão me concede
Batismo através da languidez do fogo
Luzbelia tridente me tomou
No berço perpétuo de corações exumados
A coroa da divindade se afunda em lagos onde cobras nadam na lava da noite
Desmembrando a luz sem fim em deidade agonizante
As madames do inferno descansam no peito das areias penumbrosas da atrocidade
Em florestas constelações de decrepitude nebular sozinhas como folhas dos ventos frios
Pela própria cinza da minha ira
De onde membros nascem
O sangue é vida
Vida eterna
Um sonho imerso sobre os sussurros funerários
Este casamento com a noite prevalece desde que sombras passadas podem prever
A maldição do outono repousa exatamente na minha garganta
Destruição carnal abissal como minha bruxa devota me arranhando fundo
Até que a fala suave da morte
Através das antigas sombras em minhas veias
Pelo prisma do crepúsculo estou acordado
Enquanto conquisto a noite como um rei
Sou o escolhido das flores malignas
Em correntes de vaidade carmesim
Eu domino os fluxos do labirinto do vinho
E correndo para a loucura por jardins vermelhos
Meu paraíso
Império da luxúria
As garras rastejantes desejando sangrar no pôr do sol
Uma escuridão fechando mares
Cegando uma lua petrificada em grito frio
Rainha da sede
Meu escudo de batalha é seu peito quando você me adora
Aurora doentia, vela de ébano da minha ressurreição
Na recaída da condenação do romance negro estou com você
Para sempre mais