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Homodeus

Lux Occulta

Letra

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Homodeus

I have crucified a flower, a red rose.
It withers all the year round and blooms only once a year.
On day which will be my birth for all worlds that I don't know.
Which have been waiting for me bombarding with the light of
stars.
Lashing down with frost and embracing with tongues of rain.
I will die when the rose blooms.

The gate is big. It reaches to heaven. And hell.

The first step is difficult. Feltering and uncertain.
Drunk with the new experience.
The gate is big but only a light push is enough and the demons
of dreams become my shield and armor.
The guardian angel put to shame falls into the hood of night.
Black mirrors reflect hundredfold every silent breath of my
thoughts.
Feltering hope becomes my command.

Is the crown for me? Yes, it is! I deserve the throne, the
sceptre and the cloakwoven out of blood.
Is the crown for me? Yes, it is! I deserve the cloak woven out
of blood, because of blood I've made the sacrifice.

I am the beginning and the power. Prefather. Cosmose.
The gate is big but I move it with a breath of my will.
Light kiss of my imagination's lips.

Does the night wake up the power? Can the spirit be invoked only
by secular rites? Is there only one path?
The answer is my name.
Name written in all books and fragrances of all flowers.
Extracted from the inside of woman body. Moist and hot.
My name - Man! Kneel you idiots, prophets! Kneel you gods!

With a hand stretched out I reach the fruits of knowledge.
Bitter. Hot. Sweet. Titbits of the nightmares.
I have crucified the rose. The gate is big, there is only one
path.
Kneel you gods! I am the Man!

In a stretched out and weak palm I hold gifts for you.
I hold storms, lightnings, rain and sun. Incorruptible and
eternal.
I shall reign again. I have always reigned.
I am The Man. I Am. This is how my name sounds.
I damned fruit and sceptre, sin and throne. Kneel!

And the kingdoms fall and helpless elements cry.
Mothers swallow their children because there's nothing left
after me.
Beggars stretch out their dead hands, women are open and
waiting.
I enter the beggars, i give alms to the hot wombs.
I lay down a new Law. Law-Me. the gate is big. Only I can push
it.
So kneel you gods, kneel you animals! And kneel you, the farger
of the world's history! It's your turn!

In return I shall wash your feet. And I shall pierce my side
and flow down only with purple, only with blood...
In return I shall forgive you your sins.
In return I shall adorn my emples with thorns.
In return I shall die three deaths.
Kneel you liar!
I am The Man!
I am Everything!

Homodeus

Eu crucifiquei uma flor, uma rosa vermelha.
Ela murcha o ano todo e floresce apenas uma vez por ano.
No dia que será meu nascimento para todos os mundos que não conheço.
Que têm me esperado bombardeando com a luz das
estrelas.
Cai com geada e abraça com línguas de chuva.
Eu vou morrer quando a rosa florescer.

O portão é grande. Ele alcança o céu. E o inferno.

O primeiro passo é difícil. Restrito e incerto.
Bêbado com a nova experiência.
O portão é grande, mas só um leve empurrão é suficiente e os demônios
dos sonhos se tornam meu escudo e armadura.
O anjo da guarda envergonhado cai no capuz da noite.
Espelhos negros refletem centenas de vezes cada respiração silenciosa dos meus
pensamentos.
A esperança restrita se torna meu comando.

A coroa é para mim? Sim, é! Eu mereço o trono, o
cetro e a capa tecida de sangue.
A coroa é para mim? Sim, é! Eu mereço a capa tecida de
sangue, por causa do sangue eu fiz o sacrifício.

Eu sou o começo e o poder. Pai antes do pai. Cosmos.
O portão é grande, mas eu o movo com um sopro da minha vontade.
Beijo leve dos lábios da minha imaginação.

A noite desperta o poder? O espírito pode ser invocado apenas
por rituais seculares? Existe apenas um caminho?
A resposta é meu nome.
Nome escrito em todos os livros e fragrâncias de todas as flores.
Extraído do interior do corpo da mulher. Úmido e quente.
Meu nome - Homem! Se ajoelhem, idiotas, profetas! Se ajoelhem, deuses!

Com a mão estendida eu alcanço os frutos do conhecimento.
Amargo. Quente. Doce. Petiscos dos pesadelos.
Eu crucifiquei a rosa. O portão é grande, há apenas um
caminho.
Se ajoelhem, deuses! Eu sou o Homem!

Em uma palma estendida e fraca eu seguro presentes para vocês.
Eu seguro tempestades, relâmpagos, chuva e sol. Incorruptível e
eterno.
Eu reinarei novamente. Eu sempre reignei.
Eu sou O Homem. Eu Sou. É assim que meu nome soa.
Eu amaldiçoei o fruto e o cetro, o pecado e o trono. Se ajoelhem!

E os reinos caem e os elementos impotentes choram.
Mães engolem seus filhos porque não sobrou nada
depois de mim.
Mendigos estendem suas mãos mortas, mulheres estão abertas e
esperando.
Eu entro nos mendigos, dou esmolas aos ventres quentes.
Eu estabeleço uma nova Lei. Lei-Eu. O portão é grande. Só eu posso empurrá-lo.
Então se ajoelhem, deuses, se ajoelhem, animais! E se ajoelhem, os que
manipulam a história do mundo! É a sua vez!

Em troca eu lavarei seus pés. E eu perfurarei meu lado
e fluirei apenas com púrpura, apenas com sangue...
Em troca eu perdoarei seus pecados.
Em troca eu adornarei meus templos com espinhos.
Em troca eu morrerei três mortes.
Se ajoelhem, mentirosos!
Eu sou O Homem!
Eu sou Tudo!




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