Vandal
This door it swings both ways
you're so self-centered, solitary all alone
you no longer reach out to life
you run head-long straight to your own demise
Rise now to the harbour of my arms
take shelter from the storm
a howling wind, all those raging tides
the thunder clouds are closing in
Now you're seeing nothing
no not a thing
your eyes turned to dust
it's as if you've been choked to death
by ghosts in a rush of water
Akll our kisses they've dissolved into dark
snatched by vandal hands
just a madman in the moonlight
you've turned to murder - glory - lust
I gaze with terror into your void
gigantic shadows, your disembodied voice
I call out to you from a distant Eden
but there is no return to paradise
I'm deprived of my last veil of illusion
I watch you broken on the wheel of fate
all those former terrors they just lie in wait
ready to ambush on the road to ruin
closing in
This door it swings both ways
you know it's not without reason
that I've grown tired, so tired of a world
that's offered me nothing but abuse
Around here the air grows so thin
I can't breathe anymore
I can't be expected to climb up any more walls
a firm grip on my wrists
all those fingertips closing in
In a rush of water
choked on butterfly wings
I gaze with terror into the void
Vândalo
Essa porta abre pros dois lados
você é tão egoísta, solitário e sozinho
não se conecta mais com a vida
corre de cabeça pra sua própria ruína
Levante-se agora no porto dos meus braços
busque abrigo da tempestade
um vento uivante, todas aquelas marés furiosas
as nuvens de trovão estão se aproximando
Agora você não vê nada
nada mesmo
seus olhos se tornaram pó
é como se tivesse sido sufocado até a morte
por fantasmas em uma enxurrada de água
Todos os nossos beijos se dissolveram em escuridão
arrancados por mãos de vândalo
apenas um lunático à luz da lua
você se transformou em assassinato - glória - luxúria
Eu olho com terror para o seu vazio
sombras gigantes, sua voz desencarnada
eu grito por você de um Éden distante
mas não há retorno ao paraíso
Estou privado do meu último véu de ilusão
te assisto quebrado na roda do destino
todos aqueles antigos terrores apenas esperam
prontos para emboscar no caminho da ruína
se fechando
Essa porta abre pros dois lados
você sabe que não é sem razão
que estou tão cansado, tão cansado de um mundo
que não me ofereceu nada além de abuso
Por aqui o ar fica tão rarefeito
não consigo mais respirar
não posso ser esperado pra subir mais muros
um aperto firme nos meus pulsos
todos aqueles dedos se fechando
Em uma enxurrada de água
sufocado por asas de borboleta
eu olho com terror para o vazio