Nothing To Say
What's the point of pen on paper
When there's nothing new to mention?
Brackish waters
Murky memories
Won't attract a God's attention
Lying logophile
A songbird
When I'm nothing but a raven
An imposter someone stop her
Bring some divine intervention
Why am I so self-important
That I think you'll want to see me?
Flesh and bone and sound and drone
Monotony embodied
Want a unique thought?
There are none
My ideas are fragile copies
Let me drop my pen and sleep again
Amongst my anxious volley
So what do I say?
What do I say?
What do I say
When there's nothing to
Give me something for my apathy
I'm done with empty clinging
Where's the cure?
Oh, where's the remedy?
Let me start from the beginning
Speak my words a little louder
Maybe then they'll have some meaning
'Cause what's the point if all my noise
Is hollow sounds and ringing?
I'm squeezing blood from stones
I'm praying to the muses on their thrones
I'm running until all that's left is bones
With nothing else to show
So what do I say?
Oh, what do I say?
What do I say?
When there's nothing to
I'm a ship lost in the cold
And I don't know the way to go
Been around these parts and seas before
But can't recall the way to shore
Nada a Dizer
Qual é a graça de caneta no papel
Quando não há nada novo pra mencionar?
Águas salobras
Memórias turvas
Não vão atrair a atenção de um Deus
Mentiroso amante das palavras
Um pássaro cantor
Quando sou nada além de um corvo
Uma impostora, alguém para parar ela
Trazer alguma intervenção divina
Por que sou tão importante assim
Que acho que você vai querer me ver?
Carne e osso, som e zumbido
Monotonia personificada
Quer um pensamento único?
Não há nenhum
Minhas ideias são cópias frágeis
Deixa eu largar minha caneta e dormir de novo
Entre minha ansiedade
Então, o que eu digo?
O que eu digo?
O que eu digo
Quando não há nada pra
Me dá algo pela minha apatia
Cansei de me agarrar ao vazio
Cadê a cura?
Oh, cadê o remédio?
Deixa eu começar do começo
Falar minhas palavras um pouco mais alto
Talvez assim elas tenham algum sentido
Porque qual é a graça se todo meu barulho
São sons ocos e ecos?
Estou espremendo sangue de pedras
Estou orando para as musas em seus tronos
Estou correndo até que tudo que reste sejam ossos
Sem nada mais pra mostrar
Então, o que eu digo?
Oh, o que eu digo?
O que eu digo?
Quando não há nada pra
Sou um navio perdido no frio
E não sei o caminho a seguir
Já passei por essas partes e mares antes
Mas não consigo lembrar o caminho pra costa
Composição: Ben Tomalin, Lydia The Bard