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A Solidão Mora em Janelas Vazias

Maanam

Samotnoae Mieszka W Pustych Oknach

Ocaliæ nagoœæ albo k³amaæ
Obrazy pedz¹ jak szalone
Labirynt znaczeñ i milczenia
Poecie grozi zapomnienie

SamotnoϾ mieszka w pustych oknach
Czas jednostajnym przemijaniem
Nie ma komunii bez mi³oœci
Komunia sta³a sie skandalem

Ludzkoœæ to bestia której g³owy
Do ³adu dojœæ nie mog¹
Sk³ócone z sob¹ zapomnia³y
¯e jeden tu³ów jest i ogon

Lustra rozumu mno¿¹ koszmary
Œwiat magii odszed³ w zapomnienie
Orfeusz mieszka w naszych sercach
Sen sta³ sie naszym wybawieniem

SamotnoϾ mieszka w pustych oknach
Czas jednostajnym przemijaniem
Nie ma komunii bez mi³oœci
Komunia sta³a sie skandalem

Ludzkoœæ to bestia której g³owy
Do ³adu dojœæ nie mog¹
Sk³ócone z sob¹ zapomnia³y
¯e jeden tu³ów jest i ogon

A Solidão Mora em Janelas Vazias

Salvar a nudez ou mentir
Imagens correm como loucas
Labirinto de significados e silêncio
O poeta corre o risco de ser esquecido

A solidão mora em janelas vazias
O tempo é um passar monótono
Não há comunhão sem amor
A comunhão se tornou um escândalo

A humanidade é uma besta cujas cabeças
Não conseguem se organizar
Confusas entre si, esqueceram
Que há um corpo e uma cauda

Espelhos da razão multiplicam pesadelos
O mundo da magia se foi para o esquecimento
Orfeu mora em nossos corações
O sonho se tornou nossa salvação

A solidão mora em janelas vazias
O tempo é um passar monótono
Não há comunhão sem amor
A comunhão se tornou um escândalo

A humanidade é uma besta cujas cabeças
Não conseguem se organizar
Confusas entre si, esqueceram
Que há um corpo e uma cauda

Composição: