Mariposas Amarillas
Me perdonarás
En las noches si no duermo
Entre libros siempre busco
Lo que yo no sé decir
Me perdonarás
Si me las doy de poeta
La verdad es que me cuesta
Con canciones, admitir
Que he leído libros de Cortázar
He bebido cinco tazas de café
Y me pregunto si te puedo convencer
Que no necesitamos tanto
Porque si me das la mano
En un segundo el mundo entero
Podemos recorrer
Vamos a escribir nuestra historia
Que tenga celos vargas llosa
De todas aquellas cosas
Que escribí sobre ti
Que a García Márquez le digan
Que me robé sus mariposas amarillas
Y que la soledad contigo, ya se fue
Y es que podríamos seguir hablando
De fantasías sobre un papel
Yo, ya no quiero seguir imaginando
Mejor paso por ti, a las tres
He leído libros de Cortázar
He bebido cinco tazas de café
Y me pregunto si te puedo convencer
Que no necesitamos tanto
Porque si me das la mano
En un segundo el mundo entero
Podemos recorrer
Vamos a escribir nuestra historia
Que tenga celos vargas llosa
De todas aquellas cosas
Que escribí sobre ti
Que a García Márquez le digan
Que me robé sus mariposas amarillas
Y que la soledad contigo, ya se fue
Vamos a escribir nuestra historia
Que tenga celos vargas llosa
De todas aquellas cosas
Que escribí sobre ti
Que a García Márquez le digan
Que me robé sus mariposas amarillas
Y que la soledad contigo, ya se fue
Parapapapara
Parapapapara
Parapapapa
Vamos a escribir nuestra historia
Y que no acabe ni en cien años
Este cuento entre tú y yo
Vamos a escribir nuestra historia
De donde sea, hasta macondo
El mundo se nos queda corto
Oh, oh, oh
Vamos a escribir nuestra historia
Y si no tienes quién te escriba
Yo te escribo esta canción
Vamos a escribir nuestra historia
Vamos a escribirla los dos
Borboletas Amarelas
Você vai me desculpar
Se eu não durmo à noite
Entre livros, eu sempre procuro
O que eu não sei dizer
Você vai me desculpar
Se eu agir como um poeta
A verdade é que tenho dificuldade
De admitir, mesmo com canções
Que eu já li livros do Cortázar
Bebí cinco xícaras de café
E me pergunto se posso lhe convencer
De que não precisamos de tanto
Porque se você me der a sua mão
Em um segundo, do mundo inteiro
Podemos lembrar
Vamos escrever a nossa história
Que o Vargas Llosa sinta ciúmes
De todas aquelas coisas
Que eu escrevi, sobre você
Que digam pro García Márquez
Que eu roubei as borboletas amarelas dele
E que a solidão, com você, já foi embora
E nós poderíamos continuar falando
De fantasias sobre um papel
Eu, não quero continuar imaginando
Então, vou lhe buscar às três
Já li livros do Cortázar
Bebí cinco xícaras de café
E me pergunto se posso lhe convencer
De que não precisamos de tanto
Porque se vocême der a sua mão
Em um segundo, do mundo inteiro
Podemos lembrar
Vamos escrever a nossa história
Que o Vargas Llosa sinta ciúmes
De todas aquelas coisas
Que eu escrevi, sobre você
Que digam pro García Márquez
Que eu roubei as borboletas amarelas dele
E que a solidão, com você, já foi embora
Vamos escrever a nossa história
Que o Vargas Llosa sinta ciúmes
De todas aquelas coisas
Que eu escrevi, sobre você
Que digam pro García Márquez
Que eu roubei as borboletas amarelas dele
E que a solidão, com você, já foi embora
Parapapapara
Parapapapara
Parapapapa
Vamos escrever a nossa história
E que não termine, nem em cem anos
Esse conto entre você e eu
Vamos escrever a nossa história
De onde for, até Mancondo
O mundo fica pequeno para nós
Oh, oh, oh
Vamos escrever a nossa história
E se você não tem quem lhe escreva
Eu lhe escrevo esta canção
Vamos escrever a nossa história
Vamos escrevê-la nós dois
Composição: Maria Camila Clavijo / Geronimo Blain / Daniel Díaz / Daniel Pinto / Jair Sebastian Serrano Guio / Santiago Jimenez Palomino / Víctor Cely