
Vidas Inúteis
Maco Gerais
Até hoje procuramos decifrar
Entender ou até mesmo não ligar
Influenciados por um mundo artificial
Pelos meios que manipulam o real
Vamos libertar nossas origens
Resgatar o que ainda existe
Mas na rotina tudo se perde
E a dor na esquina sempre insiste
Talvez sair à noite seja fuga
Mas em cada esquina o medo se acumula
Olhares vazios, almas perdidas
Sobrevivendo entre falsas saídas
Vidas inúteis!
E a culpa é de quem?
De quem causa a turbulência
E depois finge que não vê
Vidas inúteis!
E a culpa é de quem?
Num sistema que corrompe
E mantém
Tudo refém
Nos corredores do senado
Chefões engravatados
Decidem o destino de um povo
Mas jogam o jogo errado
Mentes vazias, sem direção
Sustentadas na ilusão
Reflexo de um país desleal
Que já perdeu a noção
Porque até hoje se vê no jornal
Que quem julga também faz igual
Quebram regras, distorcem verdades
E vendem mentiras como liberdade
Vidas inúteis!
E a culpa é de quem?
De quem fecha os olhos
Pra tudo que convém
Vidas inúteis!
E a culpa é de quem?
Quando a corda arrebenta
Sempre pro lado mais fraco também
Tome cuidado, procure se informar
O conhecimento é a arma pra lutar
Não se cale, não se venda, não se perca na pressão
Quem controla a informação domina a população
Vidas inúteis!
E a culpa é de quem?
Se o silêncio alimenta
Tudo aquilo que convém
Vidas inúteis!
Não dá pra esperar
A mudança começa agora
Está na hora de lutar
Vidas inúteis
Será que ainda podem mudar?



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